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Asa Sul, Brasília-DF Dr. Joemar Barbaresco | CRM-DF 7236 Instagram Facebook (61) 3542-2782

Dermatologia clínica · Asa Sul, Brasília

Tratamento de psoríase em Brasília

Psoríase é doença inflamatória da pele e não é contagiosa. Atinge até 5% da população, aparece em qualquer idade e tem formas muito diferentes entre si — do quadro com poucas placas ao que compromete grandes áreas. O tratamento existe, é escalonado e depende da extensão.

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Avaliação dermatológica de lesão inflamatória da pele.
Consulta dermatológica na Clínica Art Corporis, na Asa Sul.
  • 01 CRM-DF 10012 Dra. Janaina Barbaresco
  • 02 RQE 4862 Dermatologia
  • 03 Asa Sul Brasília · DF

Em resumo

Uma resposta clara antes dos detalhes.

A causa da psoríase não é conhecida, mas há forte componente genético: cerca de 30% dos pacientes têm histórico familiar. É preciso um fator desencadeante para que apareça ou piore. Atinge homens e mulheres na mesma proporção e é mais comum entre 20 e 40 anos. Não existe forma de encerrar a doença de vez, mas é possível chegar à remissão — sem garantia de que as lesões não voltem.

Como se manifesta

Os tipos mais comuns.

A forma muda a área atingida, a aparência da lesão e a conduta. Por isso o diagnóstico diferencial é cuidadoso.

  • Em placas

    O tipo mais comum. Lesões róseas ou avermelhadas recobertas por escamas secas e esbranquiçadas, geralmente em couro cabeludo, cotovelos e joelhos.

  • Em gotas

    Segundo tipo mais frequente. Lesões pequenas, espalhadas, que lembram gotas.

  • Invertida

    Lesões vermelhas e mais lisas em regiões de dobra, como axilas e virilha.

  • Palmo-plantar

    Lesões na palma das mãos ou na planta dos pés, com impacto direto na rotina.

  • Ungueal

    Quando atinge as unhas, que podem endurecer e descolar do leito.

  • Formas graves

    Eritrodérmica e pustulosa são menos comuns e mais intensas. A artrite psoriática atinge cartilagens e articulações, com dor e limitação de movimento.

Por que acontece

O que pesa no aparecimento e nos surtos.

A doença não é causada por um fator só. O que a consulta busca é identificar o que dispara os surtos no seu caso.

  • Predisposição genética

    Cerca de 30% dos pacientes têm histórico familiar. A herança não determina, mas pesa.

  • Fatores desencadeantes

    A doença precisa de um gatilho para aparecer ou piorar. Identificá-lo faz parte do acompanhamento.

  • Trauma na pele

    As lesões costumam se instalar em áreas de maior atrito, como couro cabeludo, cotovelos e joelhos.

  • Fatores emocionais

    O estresse é associado ao desencadeamento e à piora dos surtos, e por isso entra na conversa da consulta.

Alívio para Dermatite

Quando procurar

Sinais que pedem avaliação

Placas com escama que não respondem a hidratante comum merecem diagnóstico, não tentativa e erro.

  • Placas avermelhadas com escamas secas e esbranquiçadas
  • Lesões em couro cabeludo, cotovelos ou joelhos
  • Descamação que reaparece sempre no mesmo lugar
  • Unhas que endurecem, descolam ou ficam com pontos
  • Dor ou rigidez em articulações junto com lesões de pele
  • Histórico familiar de psoríase

Como funciona o atendimento

Da consulta ao acompanhamento

O tratamento é escalonado: começa pelo mais simples e sobe conforme a extensão e a resposta.

  1. Consulta

    Avaliação das lesões, da extensão, do histórico familiar e dos gatilhos identificáveis.

  2. Diagnóstico

    Diferenciação de outras doenças inflamatórias antes de definir a conduta.

  3. Tratamento

    Tópico, fototerapia ou sistêmico, conforme a área atingida e a resposta.

  4. Acompanhamento

    Retornos para controlar surtos, ajustar a conduta e monitorar efeitos das medicações.

O tratamento

As três frentes de tratamento

Todas buscam reduzir a inflamação, frear a formação das placas e normalizar a aparência da pele. Muda a intensidade da intervenção.

  • Casos leves, até 30% da superfície corporal: hidratação, tópico na lesão e exposição solar orientada
  • Casos moderados: fototerapia com UVA associada a psoralenos ou com UVB de banda estreita
  • Fototerapia não depende de sol, estação nem horário, e permite dosar a radiação com segurança
  • Casos graves ou sem resposta: medicação oral ou injetável, incluindo imunobiológicos
  • Controle dos gatilhos, com atenção ao estresse
  • Acompanhamento continuado, porque a doença tem curso em surtos

A maior parte das terapias sistêmicas não deve ser usada na gestação, pelo risco de malformação. Fototerapia com UVB de banda estreita é a modalidade que costuma ser considerada nesse cenário — sempre por indicação médica.

Paciente conversando com o cirurgião plástico em consulta de avaliação.
A conduta é definida em consulta, caso a caso.

Decisão informada

O que é preciso saber

Psoríase é doença crônica, com surtos e remissões. O que o tratamento oferece é controle, e o controle exige acompanhamento.

  • Não é contagiosa

    Psoríase não se pega por contato, toalha, piscina ou convívio. É informação que muda a vida de quem tem.

  • Remissão não é alta

    É possível chegar à remissão das lesões, mas não há como garantir que não voltem. O acompanhamento continua.

  • Fototerapia tem efeito colateral

    Os mais comuns são envelhecimento da pele e aumento do risco de câncer de pele. Queimadura é rara. Por isso a dose é controlada.

  • Sistêmicos exigem monitoramento

    Metotrexato, ciclosporina, acitretina e imunobiológicos pedem exames de controle e avaliação de contraindicações.

Dra. Janaina Barbaresco, dermatologista, na recepção da Clínica Art Corporis em Brasília

Quem realiza

Quem indica e aplica na Art Corporis

A avaliação é da Dra. Janaina Barbaresco, dermatologista e membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia. O diagnóstico vem antes de qualquer conduta.

  • 1997 Graduação em Medicina pela Universidade de Brasília.
  • 2002 Especialização em Dermatologia no Hospital Universitário de Brasília.
  • SBD Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
  • SES-DF Dermatologista da Secretaria de Saúde do Distrito Federal desde 2002.

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Perguntas frequentes

Dúvidas comuns.

Respostas educativas. A conduta do seu caso é definida em consulta.

Psoríase pega?

Não. É doença inflamatória, não infecciosa. Não se transmite por contato, por objeto compartilhado nem por convívio.

Psoríase tem cura?

Não existe forma de encerrar a doença definitivamente. É possível alcançar a remissão das lesões, sem garantia de que não haja recidiva.

Sol ajuda?

Em casos leves, a exposição solar diária orientada pode melhorar o quadro. A fototerapia é a versão controlada disso, sem depender de clima ou horário.

Estresse piora?

É uma das doenças de pele mais associadas a fatores emocionais. O estresse pode desencadear e prolongar os surtos.

Posso tratar grávida?

A maior parte das terapias sistêmicas é contraindicada na gestação. Há alternativas, definidas caso a caso com avaliação médica.

Dor nas articulações tem a ver?

Pode ter. Uma parcela dos pacientes desenvolve artrite psoriática, com inflamação em cartilagens e articulações. Se houver dor ou rigidez, informe na consulta.

Aviso

Este conteúdo é educativo e não substitui a avaliação médica presencial. Fototerapia e medicações sistêmicas têm indicação, dose e contraindicações definidas por médico, e exigem monitoramento. Não interrompa nem inicie tratamento por conta própria.

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Onde estamos

Clínica Art Corporis em Brasília.

SEPS Q 709/909, Bloco A, Sala 04, 1º Subsolo
Centro Médico Júlio Adnet · Asa Sul · Brasília/DF
CEP 70390-095

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Próximo passo

Comece pelo diagnóstico da lesão.

Na consulta, a Dra. Janaina diferencia a psoríase de outras doenças inflamatórias, avalia a extensão e define em qual das três frentes o seu caso se enquadra.

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