Dermatologia clínica · Asa Sul, Brasília
Tratamento de psoríase em Brasília
Psoríase é doença inflamatória da pele e não é contagiosa. Atinge até 5% da população, aparece em qualquer idade e tem formas muito diferentes entre si — do quadro com poucas placas ao que compromete grandes áreas. O tratamento existe, é escalonado e depende da extensão.

- 01 CRM-DF 10012 Dra. Janaina Barbaresco
- 02 RQE 4862 Dermatologia
- 03 Asa Sul Brasília · DF
Em resumo
Uma resposta clara antes dos detalhes.
A causa da psoríase não é conhecida, mas há forte componente genético: cerca de 30% dos pacientes têm histórico familiar. É preciso um fator desencadeante para que apareça ou piore. Atinge homens e mulheres na mesma proporção e é mais comum entre 20 e 40 anos. Não existe forma de encerrar a doença de vez, mas é possível chegar à remissão — sem garantia de que as lesões não voltem.
Como se manifesta
Os tipos mais comuns.
A forma muda a área atingida, a aparência da lesão e a conduta. Por isso o diagnóstico diferencial é cuidadoso.
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Em placas
O tipo mais comum. Lesões róseas ou avermelhadas recobertas por escamas secas e esbranquiçadas, geralmente em couro cabeludo, cotovelos e joelhos.
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Em gotas
Segundo tipo mais frequente. Lesões pequenas, espalhadas, que lembram gotas.
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Invertida
Lesões vermelhas e mais lisas em regiões de dobra, como axilas e virilha.
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Palmo-plantar
Lesões na palma das mãos ou na planta dos pés, com impacto direto na rotina.
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Ungueal
Quando atinge as unhas, que podem endurecer e descolar do leito.
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Formas graves
Eritrodérmica e pustulosa são menos comuns e mais intensas. A artrite psoriática atinge cartilagens e articulações, com dor e limitação de movimento.
Por que acontece
O que pesa no aparecimento e nos surtos.
A doença não é causada por um fator só. O que a consulta busca é identificar o que dispara os surtos no seu caso.
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Predisposição genética
Cerca de 30% dos pacientes têm histórico familiar. A herança não determina, mas pesa.
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Fatores desencadeantes
A doença precisa de um gatilho para aparecer ou piorar. Identificá-lo faz parte do acompanhamento.
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Trauma na pele
As lesões costumam se instalar em áreas de maior atrito, como couro cabeludo, cotovelos e joelhos.
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Fatores emocionais
O estresse é associado ao desencadeamento e à piora dos surtos, e por isso entra na conversa da consulta.

Quando procurar
Sinais que pedem avaliação
Placas com escama que não respondem a hidratante comum merecem diagnóstico, não tentativa e erro.
- Placas avermelhadas com escamas secas e esbranquiçadas
- Lesões em couro cabeludo, cotovelos ou joelhos
- Descamação que reaparece sempre no mesmo lugar
- Unhas que endurecem, descolam ou ficam com pontos
- Dor ou rigidez em articulações junto com lesões de pele
- Histórico familiar de psoríase
Como funciona o atendimento
Da consulta ao acompanhamento
O tratamento é escalonado: começa pelo mais simples e sobe conforme a extensão e a resposta.
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Consulta
Avaliação das lesões, da extensão, do histórico familiar e dos gatilhos identificáveis.
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Diagnóstico
Diferenciação de outras doenças inflamatórias antes de definir a conduta.
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Tratamento
Tópico, fototerapia ou sistêmico, conforme a área atingida e a resposta.
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Acompanhamento
Retornos para controlar surtos, ajustar a conduta e monitorar efeitos das medicações.
O tratamento
As três frentes de tratamento
Todas buscam reduzir a inflamação, frear a formação das placas e normalizar a aparência da pele. Muda a intensidade da intervenção.
- Casos leves, até 30% da superfície corporal: hidratação, tópico na lesão e exposição solar orientada
- Casos moderados: fototerapia com UVA associada a psoralenos ou com UVB de banda estreita
- Fototerapia não depende de sol, estação nem horário, e permite dosar a radiação com segurança
- Casos graves ou sem resposta: medicação oral ou injetável, incluindo imunobiológicos
- Controle dos gatilhos, com atenção ao estresse
- Acompanhamento continuado, porque a doença tem curso em surtos
A maior parte das terapias sistêmicas não deve ser usada na gestação, pelo risco de malformação. Fototerapia com UVB de banda estreita é a modalidade que costuma ser considerada nesse cenário — sempre por indicação médica.

Decisão informada
O que é preciso saber
Psoríase é doença crônica, com surtos e remissões. O que o tratamento oferece é controle, e o controle exige acompanhamento.
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Não é contagiosa
Psoríase não se pega por contato, toalha, piscina ou convívio. É informação que muda a vida de quem tem.
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Remissão não é alta
É possível chegar à remissão das lesões, mas não há como garantir que não voltem. O acompanhamento continua.
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Fototerapia tem efeito colateral
Os mais comuns são envelhecimento da pele e aumento do risco de câncer de pele. Queimadura é rara. Por isso a dose é controlada.
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Sistêmicos exigem monitoramento
Metotrexato, ciclosporina, acitretina e imunobiológicos pedem exames de controle e avaliação de contraindicações.
Quem realiza
Quem indica e aplica na Art Corporis
A avaliação é da Dra. Janaina Barbaresco, dermatologista e membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia. O diagnóstico vem antes de qualquer conduta.
- 1997 Graduação em Medicina pela Universidade de Brasília.
- 2002 Especialização em Dermatologia no Hospital Universitário de Brasília.
- SBD Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
- SES-DF Dermatologista da Secretaria de Saúde do Distrito Federal desde 2002.
Perguntas frequentes
Dúvidas comuns.
Respostas educativas. A conduta do seu caso é definida em consulta.
Psoríase pega?
Não. É doença inflamatória, não infecciosa. Não se transmite por contato, por objeto compartilhado nem por convívio.
Psoríase tem cura?
Não existe forma de encerrar a doença definitivamente. É possível alcançar a remissão das lesões, sem garantia de que não haja recidiva.
Sol ajuda?
Em casos leves, a exposição solar diária orientada pode melhorar o quadro. A fototerapia é a versão controlada disso, sem depender de clima ou horário.
Estresse piora?
É uma das doenças de pele mais associadas a fatores emocionais. O estresse pode desencadear e prolongar os surtos.
Posso tratar grávida?
A maior parte das terapias sistêmicas é contraindicada na gestação. Há alternativas, definidas caso a caso com avaliação médica.
Dor nas articulações tem a ver?
Pode ter. Uma parcela dos pacientes desenvolve artrite psoriática, com inflamação em cartilagens e articulações. Se houver dor ou rigidez, informe na consulta.
Aviso
Este conteúdo é educativo e não substitui a avaliação médica presencial. Fototerapia e medicações sistêmicas têm indicação, dose e contraindicações definidas por médico, e exigem monitoramento. Não interrompa nem inicie tratamento por conta própria.
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Próximo passo
Comece pelo diagnóstico da lesão.
Na consulta, a Dra. Janaina diferencia a psoríase de outras doenças inflamatórias, avalia a extensão e define em qual das três frentes o seu caso se enquadra.
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