Ir para o conteúdo
Asa Sul, Brasília-DF Dr. Joemar Barbaresco | CRM-DF 7236 Instagram Facebook (61) 3542-2782

Dermatologia clínica · Asa Sul, Brasília

Tratamento de herpes em Brasília

Herpes é uma infecção viral que se manifesta como pequenas bolhas agrupadas, geralmente nos lábios ou na região genital. É contagiosa, é benigna e costuma voltar — e o tratamento funciona melhor quando começa aos primeiros sinais, antes das bolhas.

Agendar avaliação

Consulta dermatológica em consultório.
Consulta dermatológica na Clínica Art Corporis, na Asa Sul.
  • 01 CRM-DF 10012 Dra. Janaina Barbaresco
  • 02 RQE 4862 Dermatologia
  • 03 Asa Sul Brasília · DF

Em resumo

Uma resposta clara antes dos detalhes.

O herpes tipo 1 causa a lesão oral — o herpes labial —, nos lábios ou dentro da boca. O tipo 2 é o principal responsável pelo herpes genital. O tipo 3 é o vírus da varicela: depois da catapora, ele fica latente no organismo e, ao se reativar, provoca o herpes-zóster, o cobreiro. Uma vez adquirido, o vírus permanece no corpo — o que se trata são as reativações.

Como se manifesta

As fases de um episódio.

O episódio dura cerca de 5 a 10 dias e segue uma sequência previsível. Reconhecer a primeira fase é o que permite tratar cedo.

  • Antes das bolhas

    Coceira e ardência no local onde as lesões vão surgir. É a hora de procurar o médico, não depois.

  • Bolhas

    Formam-se pequenas bolhas agrupadas como um buquê, sobre área avermelhada e inchada.

  • Rompimento

    As bolhas se rompem e liberam líquido rico em vírus, formando uma ferida. É a fase de maior risco de transmissão.

  • Crosta

    A ferida seca e forma crosta, que dá início à cicatrização.

O que reativa

Por que volta.

A recidiva costuma vir depois de um período em que o organismo está mais vulnerável.

  • Estresse

    É o gatilho mais relatado. Períodos de tensão prolongada precedem boa parte das recidivas.

  • Sol

    Exposição solar prolongada, especialmente nos lábios, é gatilho frequente do herpes oral.

  • Infecções

    Um quadro infeccioso em curso pode reativar o vírus latente.

  • Baixa imunidade

    Períodos de depressão ou de queda da imunidade favorecem o retorno das lesões.

Cuidados

Como reduzir a transmissão

O contágio é por contato direto com a lesão, e a autocontaminação para outras partes do próprio corpo é real.

  • Evitar contato direto com a ferida e lavar bem as mãos depois de manipulá-la
  • Atenção redobrada com mucosas ocular, bucal e genital
  • Não compartilhar talher, toalha, batom e outros objetos de uso pessoal
  • Lavar bem toalhas e talheres antes de reutilizar
  • Evitar sexo oral quando houver lesão na boca ou perto dela
  • Preservativo reduz, mas não elimina, o risco de transmissão

Como funciona o atendimento

Da consulta ao acompanhamento

Quanto antes o tratamento começa, menor a intensidade e a duração do surto. Isso vale para todo episódio.

  1. Consulta

    Avaliação da lesão, do tipo de herpes e da frequência com que as recidivas acontecem.

  2. Indicação

    Definição do antiviral, da via e da duração — local ou oral, conforme a intensidade.

  3. Tratamento

    Iniciado assim que aparecem os primeiros sintomas, idealmente antes das bolhas.

  4. Prevenção

    Em recidivas muito frequentes, avaliação da imunidade e dos gatilhos, com plano para reduzir os episódios.

O tratamento

O que faz parte da conduta

O objetivo é encurtar o surto, reduzir a intensidade e diminuir a chance de transmitir.

  • Antiviral de uso local, em creme ou solução, em quadros mais leves
  • Antiviral por via oral, conforme a intensidade e a localização
  • Início do tratamento aos primeiros sintomas, antes das bolhas
  • Cuidados locais para evitar autocontaminação
  • Avaliação da imunidade quando as recidivas são frequentes
  • Identificação e controle dos gatilhos

Gestantes com histórico de herpes genital precisam informar o obstetra: há risco de contaminação do bebê no parto normal, e a via de parto é avaliada por causa disso.

Decisão informada

O que é preciso saber

Herpes é doença contagiosa e benigna, que costuma se manifestar mais de uma vez. O que muda o curso de cada episódio é a rapidez em tratar.

  • O vírus não vai embora

    Uma vez adquirido, permanece latente no organismo. O que se trata são as reativações, não o vírus em si.

  • Transmite mesmo sem lesão

    Os vírus do herpes oral e genital podem, às vezes, ser transmitidos quando não há lesão ativa visível.

  • Autocontaminação

    Manipular a ferida pode levar o vírus para outras partes do próprio corpo, com atenção especial aos olhos.

  • Vacinas são discutidas

    A eficácia das vacinas contra o herpes é objeto de discussão: há bons resultados em alguns pacientes e pouco ou nenhum em outros.

Dra. Janaina Barbaresco, dermatologista, na recepção da Clínica Art Corporis em Brasília

Quem realiza

Quem indica e aplica na Art Corporis

A avaliação é da Dra. Janaina Barbaresco, dermatologista e membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia. O diagnóstico vem antes de qualquer conduta.

  • 1997 Graduação em Medicina pela Universidade de Brasília.
  • 2002 Especialização em Dermatologia no Hospital Universitário de Brasília.
  • SBD Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
  • SES-DF Dermatologista da Secretaria de Saúde do Distrito Federal desde 2002.

Conhecer a trajetória completa ↗

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns.

Respostas educativas. A conduta do seu caso é definida em consulta.

Herpes tem cura?

O vírus permanece latente no organismo depois da primeira infecção. O tratamento atua sobre os episódios: encurta o surto, reduz a intensidade e diminui a chance de transmissão.

Quando devo começar a tratar?

Assim que aparecerem os primeiros sintomas — a coceira e a ardência que precedem as bolhas. Começar nessa fase é o que torna o surto mais curto e mais leve.

Quanto tempo dura um episódio?

Cerca de 5 a 10 dias, seguindo a sequência de bolhas, rompimento e crosta.

Posso transmitir sem estar com ferida?

Pode. A transmissão é possível mesmo sem lesão ativa, embora o risco seja maior na fase em que as bolhas se rompem.

Herpes-zóster é a mesma coisa?

É causado pelo vírus da varicela, o tipo 3, que fica latente depois da catapora. Ao se reativar, provoca o quadro popularmente chamado de cobreiro.

Grávida com herpes genital pode ter parto normal?

É uma decisão do obstetra. Há risco de contaminação do bebê no nascimento, e por isso o histórico precisa ser informado.

Aviso

Este conteúdo é educativo e não substitui a avaliação médica presencial. Não se automedique: antivirais têm indicação, via e duração definidas por médico. Ao suspeitar de herpes, procure avaliação dermatológica.

Continue se informando

Conteúdos relacionados

Procedimentos que costumam ser avaliados na mesma consulta.

Onde estamos

Clínica Art Corporis em Brasília.

SEPS Q 709/909, Bloco A, Sala 04, 1º Subsolo
Centro Médico Júlio Adnet · Asa Sul · Brasília/DF
CEP 70390-095

Abrir no Google Maps ↗ Como chegar ↗

Próximo passo

Aos primeiros sinais, não espere as bolhas.

Na consulta, a Dra. Janaina avalia o tipo de herpes, a frequência das recidivas e define o antiviral, a via e a duração adequados ao seu caso.

Agendar avaliação