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Asa Sul, Brasília-DF Dr. Joemar Barbaresco | CRM-DF 7236 Instagram Facebook (61) 3542-2782

Dermatologia · Asa Sul, Brasília

Peelings e renovação da pele em Brasília

Peeling é esfoliação controlada da pele, feita para tratar manchas, textura e sinais de fotoenvelhecimento. Pode ser químico, com ácidos em profundidades definidas, ou mecânico, por microdermoabrasão e dermoabrasão. A escolha depende do diagnóstico, do fototipo e da recuperação possível para a sua rotina.

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Avaliação dermatológica de manchas na pele.
Avaliação dermatológica antes do peeling, na Clínica Art Corporis.
  • 01 CRM-DF 10012 Dra. Janaina Barbaresco
  • 02 RQE 4862 Dermatologia
  • 03 Asa Sul Brasília · DF

Em resumo

Uma resposta clara antes dos detalhes.

O que separa um peeling leve de um profundo não é o nome do ácido: é a profundidade que ele alcança. Superficial atinge da camada externa até a derme superficial; médio chega à derme média; profundo vai além. Quanto mais fundo, maior o efeito e maior o cuidado exigido depois. Definir essa profundidade é decisão médica, tomada a partir do diagnóstico e do fototipo.

As técnicas

Químico ou mecânico: como cada um esfolia.

Os dois removem camadas da pele para estimular renovação. Muda o meio pelo qual isso acontece e o controle possível sobre a profundidade.

  • Peeling químico

    Aplicação médica de substâncias que promovem esfoliação programada. Superficiais e médios usam ácidos como glicólico, retinoico, salicílico, tricloroacético e Jessner, associados ou não. O profundo é feito principalmente com fenol.

  • Peeling de cristal

    Microdermoabrasão: microcristais de hidróxido de alumínio são jateados sobre a pele sob pressão regulável e aspirados em seguida. É esfoliação mecânica e superficial, com resultado equivalente ao de peelings químicos superficiais e médios.

  • Dermoabrasão

    Lixamento da pele com aparelho de alta rotação ou lixa, para corrigir alterações da superfície. É a técnica mais profunda do grupo, usada em cicatrizes e rugas superficiais, sobretudo ao redor da boca.

Indicações

O que os peelings costumam tratar.

A indicação e a profundidade dependem do diagnóstico. A mesma queixa pode pedir protocolos diferentes.

  • Manchas e pigmentação

    Melasma leve, melanose solar e hiperpigmentação pós-inflamatória, sempre associados a fotoproteção e tratamento tópico.

  • Fotoenvelhecimento

    Sinais acumulados de exposição solar, em pacientes de diferentes idades e fototipos.

  • Textura e cicatrizes superficiais

    Cicatrizes pós-acne, pós-cirúrgicas e alterações de superfície, conforme o relevo.

  • Rugas superficiais

    Especialmente na região perioral, onde a dermoabrasão tem indicação clássica.

O protocolo

Como o protocolo é definido

São vários fatores, e nenhum deles é a preferência por um ácido específico.

  • Diagnóstico da queixa, feito antes de escolher a técnica
  • Fototipo, que pesa no risco de mancha
  • Profundidade pretendida e número de sessões
  • Intervalo entre as sessões, conforme a profundidade
  • Recuperação possível para a sua rotina
  • Preparo da pele nas semanas anteriores, quando indicado

Como funciona o atendimento

Da consulta ao acompanhamento

Nenhuma sessão é agendada sem avaliação presencial. O diagnóstico vem antes da escolha do ácido.

  1. Consulta

    Avaliação da queixa, do fototipo, do histórico clínico e dos tratamentos já feitos.

  2. Indicação

    Definição da técnica, da profundidade, do número de sessões previsto e dos intervalos.

  3. Preparo

    Quando indicado, cuidados domiciliares nas semanas anteriores à primeira sessão.

  4. Sessões e retornos

    Realizadas na própria clínica, com reavaliação da resposta e ajuste do plano.

Depois da sessão

Como é a recuperação

Varia muito com a profundidade. Um peeling superficial pode ter descamação discreta; um profundo exige cuidado prolongado e planejamento da data.

  • Vermelhidão e descamação nos dias seguintes, conforme a profundidade
  • Sensação de repuxamento enquanto a pele se renova
  • Fotoproteção rigorosa durante todo o tratamento
  • Cuidados domiciliares orientados por escrito
  • Não remover a descamação manualmente
  • Intervalo até a próxima sessão definido em consulta

Quanto mais profundo o peeling, mais cauteloso o pós-procedimento. Não é a classe do peeling que define esse cuidado: é a profundidade alcançada.

Decisão informada

Riscos e limites

Peeling é procedimento médico com riscos definidos. A escolha da profundidade é o que separa um bom resultado de uma complicação evitável.

  • Alteração de pigmentação

    É o principal risco, maior em fototipos mais altos e com exposição solar. Por isso o fototipo entra na definição do protocolo.

  • Reações esperadas

    Vermelhidão, ardor e descamação fazem parte da resposta. A intensidade acompanha a profundidade.

  • Melasma exige cautela

    É condição multifatorial e sensível. O peeling entra como parte do protocolo, nunca como conduta isolada, e o acompanhamento é continuado.

  • Contraindicações

    Infecção ativa na área, gestação, uso recente de determinados medicamentos e alguns quadros de pele. Avaliadas caso a caso.

Dra. Janaina Barbaresco, dermatologista, na recepção da Clínica Art Corporis em Brasília

Quem realiza

Quem indica e aplica na Art Corporis

A indicação e a aplicação são da Dra. Janaina Barbaresco, dermatologista e membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia. O diagnóstico vem antes da escolha da técnica.

  • 1997 Graduação em Medicina pela Universidade de Brasília.
  • 2002 Especialização em Dermatologia no Hospital Universitário de Brasília.
  • SBD Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
  • SES-DF Dermatologista da Secretaria de Saúde do Distrito Federal desde 2002.

Conhecer a trajetória completa ↗

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns.

Respostas educativas. A conduta do seu caso é definida em consulta.

Qual peeling é melhor?

Não existe melhor: existe o indicado. A escolha depende do diagnóstico, do fototipo, da profundidade pretendida e da recuperação possível para a sua rotina.

Quantas sessões preciso?

Peelings costumam ser feitos em série. O número e o intervalo dependem da profundidade e do quadro clínico, e são definidos em consulta.

Qual a diferença entre peeling químico e de cristal?

O químico usa substâncias que promovem esfoliação programada; o de cristal é mecânico, com microcristais jateados e aspirados. Os resultados do de cristal equivalem aos de peelings químicos superficiais e médios.

E a dermoabrasão?

É a mais profunda do grupo: lixamento da pele para corrigir alterações de superfície. Usada sobretudo em cicatrizes e em rugas superficiais ao redor da boca.

Serve para melasma?

Pode integrar o protocolo, sempre com fotoproteção rigorosa e tratamento tópico. Melasma exige acompanhamento continuado e não se resolve com peeling isolado.

Posso fazer no verão?

Depende da profundidade e da sua rotina de exposição solar. A época entra na decisão, junto com o protocolo escolhido.

Quanto tempo fico descamando?

Depende da profundidade. Superficiais têm descamação discreta e curta; profundos exigem mais dias e planejamento da data.

Aviso

Este conteúdo é educativo e não substitui a avaliação médica presencial. Peelings não devem ser feitos por conta própria nem por indicação de terceiros: profundidade, ácido e intervalo dependem do seu fototipo e do seu diagnóstico.

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Onde estamos

Clínica Art Corporis em Brasília.

SEPS Q 709/909, Bloco A, Sala 04, 1º Subsolo
Centro Médico Júlio Adnet · Asa Sul · Brasília/DF
CEP 70390-095

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Próximo passo

Comece pelo diagnóstico da sua pele.

Na consulta, a Dra. Janaina avalia a queixa, o fototipo e a sua rotina, e define qual técnica e qual profundidade fazem sentido para o seu caso.

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