Dermatologia · Asa Sul, Brasília
Peelings e renovação da pele em Brasília
Peeling é esfoliação controlada da pele, feita para tratar manchas, textura e sinais de fotoenvelhecimento. Pode ser químico, com ácidos em profundidades definidas, ou mecânico, por microdermoabrasão e dermoabrasão. A escolha depende do diagnóstico, do fototipo e da recuperação possível para a sua rotina.

- 01 CRM-DF 10012 Dra. Janaina Barbaresco
- 02 RQE 4862 Dermatologia
- 03 Asa Sul Brasília · DF
Em resumo
Uma resposta clara antes dos detalhes.
O que separa um peeling leve de um profundo não é o nome do ácido: é a profundidade que ele alcança. Superficial atinge da camada externa até a derme superficial; médio chega à derme média; profundo vai além. Quanto mais fundo, maior o efeito e maior o cuidado exigido depois. Definir essa profundidade é decisão médica, tomada a partir do diagnóstico e do fototipo.
As técnicas
Químico ou mecânico: como cada um esfolia.
Os dois removem camadas da pele para estimular renovação. Muda o meio pelo qual isso acontece e o controle possível sobre a profundidade.
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Peeling químico
Aplicação médica de substâncias que promovem esfoliação programada. Superficiais e médios usam ácidos como glicólico, retinoico, salicílico, tricloroacético e Jessner, associados ou não. O profundo é feito principalmente com fenol.
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Peeling de cristal
Microdermoabrasão: microcristais de hidróxido de alumínio são jateados sobre a pele sob pressão regulável e aspirados em seguida. É esfoliação mecânica e superficial, com resultado equivalente ao de peelings químicos superficiais e médios.
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Dermoabrasão
Lixamento da pele com aparelho de alta rotação ou lixa, para corrigir alterações da superfície. É a técnica mais profunda do grupo, usada em cicatrizes e rugas superficiais, sobretudo ao redor da boca.
Indicações
O que os peelings costumam tratar.
A indicação e a profundidade dependem do diagnóstico. A mesma queixa pode pedir protocolos diferentes.
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Manchas e pigmentação
Melasma leve, melanose solar e hiperpigmentação pós-inflamatória, sempre associados a fotoproteção e tratamento tópico.
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Fotoenvelhecimento
Sinais acumulados de exposição solar, em pacientes de diferentes idades e fototipos.
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Textura e cicatrizes superficiais
Cicatrizes pós-acne, pós-cirúrgicas e alterações de superfície, conforme o relevo.
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Rugas superficiais
Especialmente na região perioral, onde a dermoabrasão tem indicação clássica.
O protocolo
Como o protocolo é definido
São vários fatores, e nenhum deles é a preferência por um ácido específico.
- Diagnóstico da queixa, feito antes de escolher a técnica
- Fototipo, que pesa no risco de mancha
- Profundidade pretendida e número de sessões
- Intervalo entre as sessões, conforme a profundidade
- Recuperação possível para a sua rotina
- Preparo da pele nas semanas anteriores, quando indicado
Como funciona o atendimento
Da consulta ao acompanhamento
Nenhuma sessão é agendada sem avaliação presencial. O diagnóstico vem antes da escolha do ácido.
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Consulta
Avaliação da queixa, do fototipo, do histórico clínico e dos tratamentos já feitos.
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Indicação
Definição da técnica, da profundidade, do número de sessões previsto e dos intervalos.
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Preparo
Quando indicado, cuidados domiciliares nas semanas anteriores à primeira sessão.
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Sessões e retornos
Realizadas na própria clínica, com reavaliação da resposta e ajuste do plano.
Depois da sessão
Como é a recuperação
Varia muito com a profundidade. Um peeling superficial pode ter descamação discreta; um profundo exige cuidado prolongado e planejamento da data.
- Vermelhidão e descamação nos dias seguintes, conforme a profundidade
- Sensação de repuxamento enquanto a pele se renova
- Fotoproteção rigorosa durante todo o tratamento
- Cuidados domiciliares orientados por escrito
- Não remover a descamação manualmente
- Intervalo até a próxima sessão definido em consulta
Quanto mais profundo o peeling, mais cauteloso o pós-procedimento. Não é a classe do peeling que define esse cuidado: é a profundidade alcançada.
Decisão informada
Riscos e limites
Peeling é procedimento médico com riscos definidos. A escolha da profundidade é o que separa um bom resultado de uma complicação evitável.
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Alteração de pigmentação
É o principal risco, maior em fototipos mais altos e com exposição solar. Por isso o fototipo entra na definição do protocolo.
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Reações esperadas
Vermelhidão, ardor e descamação fazem parte da resposta. A intensidade acompanha a profundidade.
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Melasma exige cautela
É condição multifatorial e sensível. O peeling entra como parte do protocolo, nunca como conduta isolada, e o acompanhamento é continuado.
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Contraindicações
Infecção ativa na área, gestação, uso recente de determinados medicamentos e alguns quadros de pele. Avaliadas caso a caso.
Quem realiza
Quem indica e aplica na Art Corporis
A indicação e a aplicação são da Dra. Janaina Barbaresco, dermatologista e membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia. O diagnóstico vem antes da escolha da técnica.
- 1997 Graduação em Medicina pela Universidade de Brasília.
- 2002 Especialização em Dermatologia no Hospital Universitário de Brasília.
- SBD Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
- SES-DF Dermatologista da Secretaria de Saúde do Distrito Federal desde 2002.
Perguntas frequentes
Dúvidas comuns.
Respostas educativas. A conduta do seu caso é definida em consulta.
Qual peeling é melhor?
Não existe melhor: existe o indicado. A escolha depende do diagnóstico, do fototipo, da profundidade pretendida e da recuperação possível para a sua rotina.
Quantas sessões preciso?
Peelings costumam ser feitos em série. O número e o intervalo dependem da profundidade e do quadro clínico, e são definidos em consulta.
Qual a diferença entre peeling químico e de cristal?
O químico usa substâncias que promovem esfoliação programada; o de cristal é mecânico, com microcristais jateados e aspirados. Os resultados do de cristal equivalem aos de peelings químicos superficiais e médios.
E a dermoabrasão?
É a mais profunda do grupo: lixamento da pele para corrigir alterações de superfície. Usada sobretudo em cicatrizes e em rugas superficiais ao redor da boca.
Serve para melasma?
Pode integrar o protocolo, sempre com fotoproteção rigorosa e tratamento tópico. Melasma exige acompanhamento continuado e não se resolve com peeling isolado.
Posso fazer no verão?
Depende da profundidade e da sua rotina de exposição solar. A época entra na decisão, junto com o protocolo escolhido.
Quanto tempo fico descamando?
Depende da profundidade. Superficiais têm descamação discreta e curta; profundos exigem mais dias e planejamento da data.
Aviso
Este conteúdo é educativo e não substitui a avaliação médica presencial. Peelings não devem ser feitos por conta própria nem por indicação de terceiros: profundidade, ácido e intervalo dependem do seu fototipo e do seu diagnóstico.
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Na consulta, a Dra. Janaina avalia a queixa, o fototipo e a sua rotina, e define qual técnica e qual profundidade fazem sentido para o seu caso.
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