Dermatologia · Asa Sul, Brasília
Câncer de pele e melanoma em Brasília
O câncer de pele é o mais frequente no Brasil, e o diagnóstico precoce muda o desfecho. A avaliação é feita por exame clínico e dermatoscopia, e a conduta depende do tipo. Nem toda lesão suspeita é câncer — e é justamente por isso que o exame existe.

- 01 CRM-DF 10012 Dra. Janaina Barbaresco
- 02 RQE 4862 Dermatologia
- 03 Asa Sul Brasília · DF
Em resumo
Uma resposta clara antes dos detalhes.
Existem dois grandes grupos: os cânceres de pele não melanoma, muito mais frequentes e de baixa letalidade quando detectados cedo, e o melanoma, menos comum e mais grave pelo potencial de metástase. Os dois podem se parecer com pintas e lesões benignas, e a distinção é feita por exame médico com dermatoscopia — não por comparação com fotos na internet.
Como funciona
Os tipos e o que muda entre eles.
O tipo define a urgência, a técnica de remoção e o acompanhamento. Por isso o diagnóstico vem antes de qualquer conduta.
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Câncer de pele não melanoma
É o mais prevalente no país. Surge do crescimento anormal das células das camadas da pele. Tem baixa letalidade e alta chance de cura quando detectado cedo. A conduta costuma ser a remoção com margem, com análise patológica.
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Melanoma
Origina-se dos melanócitos, as células que produzem o pigmento da pele. É o de pior prognóstico pelo potencial de enviar células para outros órgãos. Pode surgir em pele sã ou a partir de uma lesão pigmentada já existente.
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O que os une
Os dois podem se assemelhar a pintas, eczemas e outras lesões benignas. Conhecer a própria pele e saber onde ficam as pintas é o que faz diferença para perceber uma mudança.
Objetivos possíveis
Sinais que merecem avaliação.
A lista não substitui exame médico e não serve para autodiagnóstico. Serve para saber quando procurar o dermatologista sem esperar.
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Mudança em lesão existente
Aumento de tamanho, mudança de cor, alteração das bordas ou do relevo em uma pinta que você já tinha.
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Lesão que não cicatriza
Ferida que sangra, forma crosta e volta a abrir, sem cicatrizar por semanas.
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Pontos ao redor
Surgimento de pigmento ao redor de uma lesão já existente.
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Sintomas
Coceira, ardor ou dor em uma lesão pigmentada.
Sinais de alerta
Fatores que aumentam o risco
Ter um ou mais desses fatores não significa ter câncer de pele. Significa que o exame periódico importa mais.
- Pele clara, fototipos I e II
- Exposição solar acumulada ao longo da vida
- Histórico de queimaduras solares
- Histórico pessoal ou familiar de câncer de pele
- Grande número de pintas ou pintas atípicas
- Imunossupressão
Como funciona o atendimento
Da consulta ao acompanhamento
Uma lesão suspeita não se confirma no olho nu nem em foto. A sequência abaixo é o que leva ao diagnóstico.
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Consulta
Exame de toda a pele, histórico pessoal e familiar, fototipo e exposição solar acumulada.
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Dermatoscopia
Avaliação ampliada das lesões que exigem análise mais detalhada.
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Investigação
Biópsia ou remoção com margem, quando a suspeita justifica análise patológica.
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Acompanhamento
Retornos com intervalo definido pelo risco individual e registro das lesões observadas.
Prevenção
Como é a avaliação
A consulta combina exame clínico de toda a pele e dermatoscopia nas lesões que exigem análise mais detalhada.
- Exame clínico da pele, incluindo áreas não expostas ao sol
- Dermatoscopia nas lesões que exigem investigação
- Registro e acompanhamento das lesões ao longo do tempo
- Biópsia ou remoção com margem, quando indicada
- Análise patológica define o tipo e o comportamento da lesão
- Plano de acompanhamento conforme o resultado e o risco individual
O exame periódico da pele é a conduta que mais muda o desfecho, e vale mesmo sem queixa. A frequência é definida a partir do seu risco.
Decisão informada
O que é preciso saber
Câncer de pele é o tumor mais frequente no Brasil e, quando identificado cedo, tem alto índice de cura. O que separa um caso do outro costuma ser o tempo até a avaliação.
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Isto não é diagnóstico
Nenhuma descrição de sintomas substitui o exame presencial. A lista de sinais serve para você saber quando procurar avaliação, não para concluir o que a lesão é.
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Nem toda lesão é câncer
A maior parte das lesões avaliadas é benigna. O exame existe para separar as que precisam de conduta das que só precisam de acompanhamento.
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Esperar custa caro
No câncer de pele, o tempo entre notar e examinar pesa no desfecho. Diante de mudança em uma lesão, o caminho é marcar a consulta.
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Prevenção continua
Fotoproteção diária e exame periódico fazem parte do cuidado depois do tratamento, não só antes.
Quem realiza
Quem indica e aplica na Art Corporis
A avaliação é da Dra. Janaina Barbaresco, dermatologista e membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia. O diagnóstico vem antes de qualquer conduta.
- 1997 Graduação em Medicina pela Universidade de Brasília.
- 2002 Especialização em Dermatologia no Hospital Universitário de Brasília.
- SBD Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
- SES-DF Dermatologista da Secretaria de Saúde do Distrito Federal desde 2002.
Perguntas frequentes
Dúvidas comuns.
Respostas educativas. A conduta do seu caso é definida em consulta.
Como sei se uma pinta é perigosa?
Não dá para saber sozinho. Mudanças de tamanho, cor, borda ou relevo, além de sangramento e coceira, são sinais para procurar avaliação. A distinção entre benigno e suspeito é feita por exame médico com dermatoscopia.
Qual a diferença entre melanoma e os outros tipos?
O melanoma origina-se dos melanócitos e tem pior prognóstico pelo potencial de metástase. Os cânceres não melanoma são muito mais frequentes e têm alta chance de cura quando detectados cedo.
Câncer de pele tem cura?
O não melanoma tem alta chance de cura quando detectado precocemente. No melanoma, o prognóstico depende muito do estágio no diagnóstico. Em ambos, o tempo até o exame importa.
Com que frequência devo examinar a pele?
Depende do seu risco: fototipo, histórico pessoal e familiar, número de pintas e exposição solar acumulada. A frequência é definida na consulta.
Melanoma só aparece em área exposta ao sol?
Não. A maioria das lesões aparece em áreas expostas, mas o melanoma pode surgir em pele que não recebe sol. Por isso o exame clínico cobre o corpo todo.
A dermatoscopia dói?
Não. É exame de imagem: o dermatoscópio amplia a lesão sem cortar nem tocar de forma invasiva.
Aviso
Este conteúdo é educativo e não permite autodiagnóstico. Nenhuma lesão de pele pode ser classificada por foto, por comparação com imagens da internet ou sem exame presencial. Se algo na sua pele mudou, procure avaliação dermatológica.
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Próximo passo
Diante de uma lesão que mudou, não espere.
Na consulta, a Dra. Janaina examina a pele, usa dermatoscopia quando indicada e define se a lesão precisa de investigação, remoção ou apenas acompanhamento.
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