Cirurgia plástica masculina · Asa Sul, Brasília
Ginecomastia em Brasília
Ginecomastia é o aumento da mama masculina. Nem todo caso é cirúrgico: a conduta depende da causa, do tipo de tecido envolvido e do tempo de evolução. Na Clínica Art Corporis, a avaliação é presencial com o Dr. Joemar Barbaresco, e a cirurgia, quando indicada, acontece no Hospital Dia da própria clínica.

- 01 CRM-DF 7236 Dr. Joemar Barbaresco
- 02 RQE 5003 Cirurgia Plástica
- 03 Asa Sul Brasília · DF
Em resumo
Uma resposta clara antes dos detalhes.
Ginecomastia é o crescimento do tecido mamário no homem, em uma ou nas duas mamas. Pode ser glandular, gordurosa ou mista, e é o tipo de tecido que define a conduta. Casos de recém-nascido e de adolescência costumam regredir sozinhos. Quando persiste por mais de dois anos, incomoda no dia a dia ou causa dor, a correção cirúrgica passa a ser considerada.

Fundamentos
O que é ginecomastia?
É o aumento da mama masculina por crescimento do tecido glandular, acúmulo de gordura, ou os dois. Atinge homens de qualquer idade e pode afetar uma mama só.
Os sintomas costumam ser mais sociais do que físicos: o incômodo com o formato do tórax, a escolha de roupa e a exposição em situações como praia e academia. Quando há sintoma físico, ele aparece como dor ou sensibilidade na região, e a aréola pode ficar maior e mais escura.
A causa mais comum é um desequilíbrio hormonal, com queda ou bloqueio dos efeitos da testosterona, ou aumento do estrógeno. Identificar o que está por trás é o primeiro passo, porque muda completamente a conduta.
Os tipos
Glandular, gordurosa ou mista.
O tipo de tecido é o que define a técnica. Ele se identifica no exame físico, apalpando a região abaixo da aréola.
-
Glandular
Predomínio de tecido mamário, firme e concentrado atrás da aréola. Não responde a dieta nem a treino, e a correção exige retirada do tecido.
-
Gordurosa
Predomínio de gordura distribuída no tórax, sem nódulo firme sob a aréola. É a chamada pseudoginecomastia, e costuma responder à lipoaspiração.
-
Mista
Glândula e gordura juntas, que é o quadro mais frequente em adulto. A técnica combina lipoaspiração e retirada do tecido glandular.
A obesidade entra nos três cenários, porque o excesso de gordura favorece a conversão de testosterona em estrógeno. Emagrecer muda o quadro e por isso entra na avaliação antes de operar.
Investigação
O que pode estar por trás da ginecomastia
A lista abaixo é educativa. A investigação da causa é clínica e pode envolver exames e avaliação de outra especialidade, em especial a endocrinologia.
- Alterações hormonais normais do nascimento, da adolescência ou da idade adulta
- Obesidade
- Doença do fígado, incluindo cirrose
- Insuficiência renal
- Uso de anabolizantes ou de hormônios
- Uso de determinados medicamentos e de drogas
- Hipogonadismo
- Alterações em testículo, glândula suprarrenal ou hipófise
- Hipertireoidismo
Aumento recente, em uma mama só, com dor ou nódulo endurecido merece avaliação médica sem demora. Nem todo aumento da mama masculina é ginecomastia.
Condutas
Ginecomastia tem tratamento, e nem sempre é cirurgia.
A conduta depende da causa, da idade, do tempo de evolução e do tipo de tecido. São três caminhos possíveis, e o primeiro deles é apenas observar.
-
Acompanhamento
No recém-nascido, o quadro decorre do estrógeno materno e costuma desaparecer em poucas semanas. Na adolescência, a regressão espontânea costuma acontecer em seis meses a dois anos. Nos dois casos, a conduta é acompanhar.
-
Tratamento clínico
Quando a mama não regride sozinha ou há inchaço, dor e sensibilidade, o endocrinologista pode indicar medicação, sempre com dose definida caso a caso e sob supervisão.
-
Correção cirúrgica
Indicada quando o quadro persiste além de dois anos, interfere nas atividades do dia a dia ou causa constrangimento. A técnica combina lipoaspiração e retirada do tecido glandular, conforme o tipo de tecido predominante.
Referências: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica; Plastic Surgery, Grabb and Smith; Cirurgia Plástica — Fundamentos e Arte, Mélega.
Diferencial
Ginecomastia ou só gordura no peito?
A diferença está no tecido, e ela muda a cirurgia inteira. O exame físico separa os dois quadros em consulta.
Na ginecomastia há glândula. Ela se apalpa como um nódulo firme, concentrado logo atrás da aréola, e não desaparece com emagrecimento nem com treino.
Na pseudoginecomastia há gordura, distribuída pelo tórax e sem nódulo firme. Ela acompanha o peso do corpo e responde à lipoaspiração quando a pele tem elasticidade.
Insistir em treino de peitoral num caso glandular é o erro mais repetido. O músculo cresce embaixo e empurra a glândula para a frente, e o tórax fica mais evidente, não menos.
Muitos casos são mistos, e aí as duas técnicas entram no mesmo tempo cirúrgico.

Segurança
O que torna a cirurgia um procedimento seguro?
A soma de investigação da causa, indicação correta, estrutura adequada e acompanhamento até a cicatrização.
- Cirurgião plástico com registro no CRM-DF e RQE em Cirurgia Plástica
- Investigação da causa antes de indicar cirurgia
- Centro cirúrgico próprio, classificado como EAS Tipo III pela RDC 50/2002
- Avaliação pré-anestésica obrigatória antes do agendamento
- Equipe de anestesia e de enfermagem próprias
- Retornos programados até a cicatrização completa
Operar sem investigar a causa é o erro mais comum. Se a origem é hormonal ou medicamentosa e não é tratada, o quadro pode voltar.
Do primeiro contato à cirurgia
Quais são as etapas até o agendamento?
Nenhuma cirurgia é agendada sem consulta presencial e liberação pré-anestésica.
-
Consulta
Avaliação presencial, exame físico e conversa sobre há quanto tempo o quadro existe e o que incomoda.
-
Investigação
Exames laboratoriais e hormonais, avaliação com endocrinologia quando indicada, e exames de imagem se houver necessidade.
-
Indicação e agendamento
Definição da conduta. Havendo indicação cirúrgica, data, orientações de jejum e confirmação do acompanhante.
-
Retornos
Consultas de revisão programadas, na mesma clínica e com a mesma equipe.

Preparo
O que levar e como se preparar?
O preparo desta cirurgia começa antes do centro cirúrgico, na investigação da causa.
- Exames laboratoriais e hormonais solicitados na consulta
- Relatório da endocrinologia, quando houver acompanhamento
- Lista completa dos medicamentos e suplementos em uso
- Suspensão de anabolizantes pelo prazo orientado
- Avaliação pré-anestésica concluída antes do agendamento
- Malha compressiva comprada antes, no tamanho orientado
- Peso estável, sem emagrecimento em curso
- Acompanhante para a alta e para as primeiras horas em casa
No dia
Como é feita a cirurgia?
A técnica acompanha o tipo de tecido encontrado no exame físico.
-
Anestesia
Geral ou local, conforme a extensão do quadro e a técnica indicada. A definição é da equipe de anestesia, na avaliação pré-anestésica.
-
Incisão
Pequena e posicionada na borda da aréola sempre que possível, onde a transição de cor ajuda a disfarçar a cicatriz.
-
Retirada do tecido
Lipoaspiração da gordura, retirada do tecido glandular, ou as duas juntas, até o contorno do tórax ficar regular.
-
Fechamento e malha
Sutura das incisões e colocação da malha compressiva, que entra ainda no centro cirúrgico.
-

Centro cirúrgico próprio da Clínica Art Corporis, na Asa Sul. -

Sala de recuperação pós-anestésica do Hospital Dia. -

Apartamento de recuperação do Hospital Dia.
Depois da cirurgia
Como é a recuperação?
O tempo varia de pessoa para pessoa e é avaliado nos retornos. O uso de malha compressiva faz parte do pós-operatório.
-
Primeiros dias
Repouso relativo, malha compressiva conforme a orientação e canal direto com a clínica para qualquer sinal fora do esperado.
-
Primeiras semanas
Inchaço e alteração de sensibilidade na região diminuem de forma gradual. Retorno programado para avaliar a cicatrização.
-
Retomada das atividades
Esforço físico e academia dependem de liberação médica em consulta, não de prazo fixo.
-
Meses seguintes
O contorno do tórax se define conforme o edema regride. As revisões acompanham a evolução das cicatrizes.
O resultado é duradouro, mas ganho de peso importante ou uso de anabolizantes e de certos medicamentos pode fazer o quadro retornar.
Decisão informada
Quais são os riscos?
Os riscos são os de qualquer procedimento cirúrgico. A conversa completa acontece na consulta, com o médico que vai operar.
-
Sangramento e hematoma
Possíveis no pós-operatório imediato. A malha compressiva e o repouso orientado ajudam a prevenir.
-
Alteração de sensibilidade
Dormência na região do mamilo e da aréola é comum e costuma ser temporária.
-
Irregularidade de contorno
Pode ocorrer conforme o tipo de tecido retirado e a retração da pele. É avaliada ao longo dos retornos.
-
Cicatrizes
As incisões são pequenas e posicionadas na borda da aréola sempre que possível, mas toda cirurgia deixa cicatriz.

Indicação
Quem pode operar?
A indicação vem depois da investigação, e não antes dela.
- Homens com o quadro persistindo há mais de dois anos
- Casos que interferem no dia a dia, na roupa ou na autoimagem
- Causa já investigada e, quando tratável, sob controle
- Peso estável, sem emagrecimento em curso
- Sem uso de anabolizante, ou com suspensão orientada
- Saúde geral compatível com cirurgia e liberação pré-anestésica
Limites
Quando a cirurgia não é indicada?
Há casos em que a conduta é esperar, e casos em que ela é tratar outra coisa primeiro.
Adolescente com o quadro recente costuma acompanhar. A regressão espontânea acontece na maioria dos casos entre seis meses e dois anos, e operar antes disso pode ser desnecessário.
Quando a origem é medicamentosa ou hormonal e não foi tratada, operar resolve a aparência e não resolve a causa. O quadro pode voltar.
Uso ativo de anabolizante adia a cirurgia. Manter o uso depois de operar é o caminho mais rápido para o tecido crescer de novo.
Aumento recente, em uma mama só, com dor ou nódulo endurecido sai da cirurgia plástica e vai para investigação. Nem todo aumento da mama masculina é ginecomastia.


Quem realiza
Quem faz a cirurgia na Art Corporis?
O responsável técnico da clínica é o Dr. Joemar Barbaresco, cirurgião plástico e diretor desde a fundação, em 1995.
- 1987 Graduação em Medicina pela Universidade Federal de Goiás.
- 1992 Residência médica em Cirurgia Plástica no Hospital Regional da Asa Norte.
- SBCP Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
- 1995 Diretor técnico da Clínica Art Corporis, na Asa Sul.
Perguntas frequentes
Dúvidas comuns sobre ginecomastia.
Respostas educativas. A conduta do seu caso é definida em consulta.
Ginecomastia tem cura?
Tem tratamento, e o caminho depende da causa. Casos de recém-nascido e de adolescência costumam regredir sozinhos. Casos ligados a medicamento ou alteração hormonal podem responder ao tratamento clínico. Quando o tecido já está estabelecido, a correção é cirúrgica.
Toda ginecomastia precisa de cirurgia?
Não. A cirurgia entra quando o quadro persiste além de dois anos, interfere nas atividades do dia a dia ou causa constrangimento, e depois de investigada a causa.
Qual a diferença entre ginecomastia e gordura no peito?
Ginecomastia envolve crescimento do tecido glandular; o acúmulo isolado de gordura é chamado de pseudoginecomastia. Muitos casos são mistos. A distinção é feita no exame físico e muda a técnica cirúrgica.
A cirurgia deixa cicatriz aparente?
As incisões são pequenas e posicionadas na borda da aréola sempre que possível. Toda cirurgia deixa cicatriz, e a evolução varia entre pessoas.
O problema pode voltar depois da cirurgia?
O tecido retirado não volta, mas ganho de peso importante, uso de anabolizantes ou de certos medicamentos pode levar ao retorno do quadro. Por isso a causa precisa ser tratada junto.
Quando posso voltar à academia?
Depende da extensão da cirurgia e da sua evolução. A liberação para esforço físico é dada em consulta de revisão, não por prazo genérico.
É possível saber o valor antes da consulta?
Não. O valor depende da técnica indicada, do tempo de centro cirúrgico, da equipe e da estrutura necessária, definidos após a avaliação presencial.
A cirurgia é feita com anestesia geral?
Geral ou local, conforme a extensão do quadro e a técnica indicada. A definição sai da avaliação pré-anestésica, que é obrigatória antes do agendamento.
Treino de peitoral resolve ginecomastia?
Não, quando há glândula. O músculo cresce por baixo e empurra o tecido glandular para a frente, o que deixa o tórax mais evidente. Quando o quadro é só gordura, emagrecer e treinar podem resolver.
Posso voltar a usar anabolizante depois?
O tecido retirado não volta, e o anabolizante pode provocar novo crescimento glandular. Manter o uso depois de operar é o caminho mais rápido para o quadro retornar.
Por quanto tempo uso a malha compressiva?
O prazo é definido no pós-operatório e acompanhado nos retornos. A malha ajuda a pele a acomodar ao novo contorno do tórax e reduz o inchaço.
Onde fazer cirurgia de ginecomastia na Asa Sul, em Brasília?
Na Clínica Art Corporis, SEPS Q 709/909, Bloco A, Sala 04, 1º Subsolo, Centro Médico Júlio Adnet, Asa Sul, Brasília/DF, CEP 70390-095. A cirurgia acontece no centro cirúrgico próprio da clínica, classificado como EAS Tipo III. Responsável técnico: Dr. Joemar Barbaresco, CRM-DF 7236 e RQE 5003. Agendamento pelo telefone (61) 3542-2782, de segunda a sexta, das 8h às 18h.
Aviso
Este conteúdo é educativo e não substitui a avaliação médica presencial. Indicação, técnica, riscos e recuperação são definidos caso a caso, em consulta. Não há garantia de resultado em cirurgia plástica.
Continue se informando
Conteúdos relacionados
Procedimentos que costumam ser avaliados na mesma consulta.
-

Lifting de coxa em Brasília
Lifting de coxa e coxoplastia em Brasília, na Asa Sul, com centro cirúrgico próprio e internação.
-

Abdominoplastia em Brasília
Abdominoplastia na Asa Sul, Brasília, em centro cirúrgico próprio.
-

Braquioplastia em Brasília
Braquioplastia e lifting de braço em Brasília, na Asa Sul, com centro cirúrgico próprio.
Onde estamos
Clínica Art Corporis em Brasília.
SEPS Q 709/909, Bloco A, Sala 04, 1º SubsoloCentro Médico Júlio Adnet · Asa Sul · Brasília/DF
CEP 70390-095
- Atendimento Segunda a sexta, das 8h às 18h
- Telefone (61) 3542-2782
- WhatsApp (61) 99921-6282
- E-mail clinicaartcorporis@uol.com.br
- Agendar avaliação
Próximo passo
Comece pela investigação da causa.
Na consulta, o Dr. Joemar avalia o tipo de tecido, investiga a origem do quadro e explica qual conduta faz sentido, inclusive quando a resposta não é operar.
Agendar avaliação