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Cirurgia reparadora · Asa Sul, Brasília

Reconstrução mamária em Brasília

A reconstrução mamária restaura a aparência da mama removida cirurgicamente por câncer ou outra doença. É cirurgia reparadora, garantida por lei federal, e pode usar implante ou tecido da própria paciente. Devolve o contorno de forma permanente e dispensa a prótese externa.

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Planejamento cirúrgico de reconstrução mamária.
Consulta de avaliação para reconstrução mamária na Clínica Art Corporis.
  • 01 CRM-DF 7236 Dr. Joemar Barbaresco
  • 02 RQE 5003 Cirurgia Plástica
  • 03 Desde 1995 Asa Sul · Brasília

Em resumo

Uma resposta clara antes dos detalhes.

A reconstrução mamária restaura a aparência da mama removida por câncer ou outra doença. É cirurgia reparadora, não estética: devolve o contorno de forma permanente e dispensa a prótese externa. Muitas vezes usa tecido da própria paciente, e em boa parte dos casos é feita na mesma cirurgia da mastectomia.

Em resumo

A reconstrução faz parte do tratamento.

Depois de uma mastectomia, a reconstrução devolve o contorno da mama sem depender de prótese externa. Pode ser feita com implante ou com tecido da própria paciente, no mesmo tempo da retirada ou mais tarde. A lei federal trata a reconstrução, a simetrização da outra mama e a reconstrução da aréola como partes de um mesmo direito. Na Art Corporis a cirurgia é feita no Hospital Dia próprio, na Asa Sul, em Brasília.

Fundamentos

O que é reconstrução mamária?

É a cirurgia que recria a mama retirada por câncer ou por outra doença. O objetivo é devolver volume, contorno e simetria vestida, e ela é planejada junto com a equipe que conduz o tratamento oncológico.

A reconstrução raramente cabe em uma cirurgia só. Costuma envolver etapas, porque volume, simetria e aréola são resolvidos em tempos diferentes, cada um quando o anterior estabilizou.

Duas decisões organizam todo o planejamento. A primeira é o momento, se a reconstrução acontece junto da mastectomia ou depois. A segunda é o material, se a mama nova vem de implante ou do tecido da própria paciente.

Nenhuma das duas é escolha isolada do cirurgião plástico. Estágio da doença, quimioterapia e principalmente radioterapia mudam o que é possível e quando.

Laço rosa, símbolo da campanha de prevenção do câncer de mama.
Laço rosa, símbolo da campanha de prevenção do câncer de mama.

O momento

Reconstrução imediata ou tardia.

A primeira decisão do planejamento é quando reconstruir, e ela sai do quadro oncológico.

  • Imediata

    Feita assim que a mama é removida, com a paciente ainda sob a mesma anestesia. Aproveita a pele existente e evita uma segunda internação.

  • Tardia

    Realizada depois, quando o tratamento oncológico ou a condição clínica não permitem reconstruir no mesmo tempo.

  • Quando adiar faz sentido

    Radioterapia programada, doença em atividade e condição clínica descompensada são os motivos mais frequentes de adiar.

  • Decisão conjunta

    O momento é definido com a equipe que conduz o tratamento oncológico. A prioridade é sempre o tratamento do câncer.

O material

Implante ou tecido próprio: o que muda.

A segunda decisão é com o que a mama nova será formada. As duas vias existem e atendem situações diferentes.

  • Expansor e implante

    Um expansor é colocado sob a pele e preenchido aos poucos com soro, ao longo de algumas semanas, até a pele acomodar o volume. Depois ele é trocado pelo implante definitivo.

  • Tecido da própria paciente

    Pele, gordura e às vezes músculo do próprio corpo formam a nova mama. Não há material estranho e o toque fica mais próximo do natural.

  • O peso da radioterapia

    A pele irradiada cicatriza pior e tolera menos o implante. Nesses casos o tecido próprio costuma ser a via indicada.

  • A segunda área

    Toda técnica com tecido próprio deixa uma cicatriz na área doadora, nas costas ou no abdome, e uma segunda região em recuperação.

Técnicas

As três vias com tecido próprio.

Cada uma tira o tecido de um lugar diferente, e isso muda a cicatriz, a recuperação e o que fica comprometido na área doadora.

  • Retalho de grande dorsal

    Pele e músculo das costas, transpostos para o tórax. Indicado principalmente quando a pele do tórax está comprometida ou já recebeu radioterapia.

  • TRAM

    Retalho de pele, gordura e músculo reto do abdome. Favorece o contorno abdominal, e levar o músculo custa força na parede do abdome e recuperação mais longa.

  • DIEP

    Usa pele e gordura do abdome inferior sem levar o músculo, pelos vasos perfurantes. Menos dor e recuperação mais rápida que o TRAM, com cirurgia tecnicamente mais complexa.

A escolha não é de catálogo. Depende do tecido disponível, do que a radioterapia deixou, da condição clínica e do plano oncológico em curso.

Retrato de mulher em recuperação após tratamento de câncer de mama.

Direito

O que a lei garante.

A reconstrução da mama depois de mutilação por tratamento de câncer é direito previsto em lei federal, e o direito vai além da mama removida.

A Lei 9.797, de 1999, obriga o Sistema Único de Saúde a oferecer cirurgia plástica reconstrutiva às mulheres que sofreram mutilação total ou parcial da mama decorrente de tratamento de câncer.

A Lei 13.770, de 2018, ampliou o alcance. A simetrização da mama contralateral e a reconstrução do complexo aréolo-mamilar passaram a ser partes integrantes da cirurgia reconstrutiva.

A Art Corporis é clínica particular. A cobertura por plano de saúde deve ser conferida com a operadora antes do planejamento cirúrgico.

As etapas

A reconstrução completa tem três partes.

Elas acontecem em tempos cirúrgicos diferentes, cada uma depois que a anterior estabilizou.

  • Volume e contorno

    A primeira cirurgia devolve o volume da mama removida, com implante ou com tecido próprio. É a etapa que define o restante.

  • Simetrização

    A outra mama pode precisar de redução, elevação ou implante para ficar semelhante à reconstruída. A lei trata isso como parte da reconstrução.

  • Aréola e mamilo

    O complexo aréolo-mamilar é reconstruído depois que o volume acomodou. Também é parte integrante da cirurgia por lei.

Antes da cirurgia

O que a avaliação considera

Nenhuma outra cirurgia da clínica depende tanto de conversa com outros médicos.

  • Estágio e plano do tratamento oncológico
  • Se haverá ou não radioterapia, e quando
  • Qualidade da pele do tórax, principalmente se já irradiada
  • Tecido disponível no abdome e nas costas
  • Condição clínica geral e exames pré-operatórios
  • Necessidade de intervir na mama contralateral
  • Expectativa quanto ao número de tempos cirúrgicos
  • Tabagismo, diabetes e outros fatores que afetam a cicatrização
Avaliação para reconstrução mamária em consulta.
Consulta de avaliação da mama em consultório.

Como funciona o atendimento

Do plano oncológico ao resultado final

A sequência é definida junto com a equipe do tratamento oncológico, e não isoladamente.

  1. Consulta

    Avaliação presencial, exame físico, leitura do plano oncológico em curso e discussão das vias possíveis para o seu caso.

  2. Planejamento

    Definição do momento, da técnica, da área doadora quando houver, dos exames pré-operatórios e do número previsto de tempos cirúrgicos.

  3. Cirurgia

    Realizada no centro cirúrgico próprio da clínica, classificado como EAS Tipo III, com equipe própria.

  4. Acompanhamento

    Retornos programados com o próprio Dr. Joemar por até 12 meses, sem custo adicional, coordenados com o calendário do tratamento.

Itens de preparo para a reconstrução mamária.

Preparo

O que levar e como se preparar?

O preparo aqui inclui uma etapa que as outras cirurgias não têm: trazer o histórico do tratamento oncológico.

  • Relatório da equipe oncológica e histórico do tratamento realizado
  • Exames de imagem e laudos anteriores, inclusive da cirurgia da mama
  • Exames pré-operatórios e liberação clínica
  • Sutiã pós-cirúrgico comprado antes, no modelo orientado
  • Suspensão do cigarro pelo prazo orientado, decisiva nas técnicas com retalho
  • Roupas que abram na frente, para vestir sem levantar os braços
  • Acompanhante para a alta e para os primeiros dias em casa

Recuperação

Como é a recuperação da reconstrução mamária?

O tempo varia conforme a técnica e é sempre orientado pelo cirurgião plástico. Nas técnicas com retalho, há duas áreas em recuperação.

  • Primeiros dias

    Restrição de esforço com os braços e acompanhamento próximo da vitalidade do retalho, quando houver. Drenos podem ser mantidos por alguns dias.

  • Primeiras semanas

    Sutiã pós-cirúrgico pelo período definido e retorno progressivo aos movimentos, dentro do que for liberado.

  • Área doadora

    Costas ou abdome seguem calendário próprio. No TRAM, a parede abdominal exige cuidado maior e por mais tempo.

  • Ao longo dos meses

    Cuidado com as cicatrizes, avaliação da simetria e definição do momento das etapas seguintes, se houver.

A recuperação é coordenada com o calendário do tratamento oncológico. Sessão de quimioterapia ou de radioterapia programada entra na conta ao marcar cada tempo cirúrgico.

  • Centro cirúrgico da Clínica Art Corporis, na Asa Sul.
    Centro cirúrgico próprio da Clínica Art Corporis, na Asa Sul.
  • Apartamento de recuperação com cama hospitalar e suporte de soro, no Hospital Dia da Clínica Art Corporis, na Asa Sul.
    Apartamento de recuperação do Hospital Dia.
  • Sala de recuperação pós-anestésica do Hospital Dia da Clínica Art Corporis, na Asa Sul, em Brasília.
    Sala de recuperação pós-anestésica do Hospital Dia.

Atenção

Linfedema: o que observar no braço.

Linfedema é o acúmulo de líquido linfático que causa inchaço, e ele é mais frequente em quem teve gânglios linfáticos removidos no tratamento do câncer.

Os sinais aparecem no braço do lado operado. Inchaço visível, sensação de peso ou de tensão, pele mais espessa ou endurecida, dificuldade de mover o braço e infecções repetidas na região.

Movimentar o braço dentro do que foi liberado ajuda a estimular a circulação linfática. Roupas compressivas e drenagem linfática manual entram quando indicadas, feitas por profissional habilitado.

Qualquer um desses sinais depois da cirurgia é motivo de avaliação. Quanto mais cedo se identifica, mais simples é o manejo.

Medição do braço para acompanhamento de linfedema.
Acompanhamento pós-operatório na Clínica Art Corporis.

Decisão informada

Riscos e limites

É a cirurgia mais individualizada do catálogo. Falar em prazo ou em resultado sem conhecer o quadro oncológico não seria sério.

  • Depende do tratamento oncológico

    Radioterapia, quimioterapia e estágio da doença influenciam o momento, a técnica e o resultado possível.

  • Sofrimento do retalho

    O tecido transferido depende do próprio suprimento de sangue. Tabagismo, diabetes e tensão excessiva na sutura aumentam o risco de isquemia e de necrose.

  • Complicação na área doadora

    Perda de força na parede abdominal no TRAM e cicatriz nas costas no grande dorsal fazem parte do que se aceita ao escolher a técnica.

  • Riscos do implante

    Quando há prótese, valem os riscos próprios do implante, incluindo contratura capsular, ainda mais provável em pele irradiada.

  • Mais de um tempo cirúrgico

    A reconstrução completa costuma envolver etapas, incluindo a simetrização e a reconstrução da aréola e do mamilo.

  • Simetria é aproximação

    O objetivo é que as mamas pareçam iguais, principalmente vestidas. Simetria absoluta não é o que se promete.

Mulher sorrindo durante recuperação de tratamento de câncer de mama.

Indicação

Quem é candidata?

A indicação é individual e sai da conversa com a equipe que conduz o tratamento.

  • Mulheres que passaram por mastectomia total ou parcial por câncer
  • Mulheres com retirada cirúrgica da mama por outra doença
  • Condição clínica compatível com cirurgia de maior porte
  • Plano oncológico definido, com a equipe que conduz o tratamento
  • Tecido disponível no abdome ou nas costas, quando a via for tecido próprio
  • Sem tabagismo ativo, pelo risco de sofrimento do retalho

Limites

Quando a reconstrução é adiada?

Adiar faz parte do planejamento em muitos casos, e adiar não significa desistir.

Radioterapia programada costuma adiar a reconstrução definitiva. A pele irradiada muda, e reconstruir antes arrisca perder o resultado obtido.

Doença em atividade, quimioterapia em curso e condição clínica descompensada adiam a cirurgia. A prioridade é o tratamento do câncer.

Tabagismo ativo pesa mais aqui do que em qualquer outra cirurgia da clínica, porque o tecido transferido depende de circulação própria para sobreviver.

A reconstrução tardia existe justamente para esses casos. O direito continua valendo depois, e o planejamento é refeito com o quadro atualizado.

Retrato do Dr. Joemar Barbaresco, cirurgião plástico e diretor técnico da Clínica Art Corporis.

Quem realiza

Quem opera na Art Corporis

O responsável técnico da clínica é o Dr. Joemar Barbaresco, cirurgião plástico e diretor da Clínica Art Corporis desde a fundação, em 1995. A equipe de anestesia e de enfermagem é própria e acompanha todas as etapas.

  • 1987 Graduação em Medicina — Universidade Federal de Goiás — UFG
  • 1989 Cirurgia Geral — Título de especialista pelo Hospital das Clínicas da UFG
  • 1992 Cirurgia Plástica — Residência médica no Hospital Regional da Asa Norte — HRAN
  • SBCP Membro especialista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
  • 1995 Clínica Art Corporis — Diretor técnico, na Asa Sul, Brasília

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Perguntas frequentes

Dúvidas comuns.

Respostas educativas. A indicação do seu caso é definida em consulta.

A reconstrução pode ser feita na mesma cirurgia da mastectomia?

Em boa parte dos casos sim, com a paciente ainda sob a mesma anestesia. Depende do quadro oncológico e da decisão conjunta com a equipe que conduz o tratamento.

Usa prótese ou tecido próprio?

As duas vias existem. Com implante, normalmente passa antes por um expansor que prepara a pele. Com tecido próprio, a mama é formada com pele e gordura do abdome ou das costas.

Qual a diferença entre TRAM e DIEP?

Os dois usam tecido do abdome. O TRAM leva o músculo reto junto, o que custa força na parede abdominal e recuperação mais longa. O DIEP preserva o músculo e usa os vasos perfurantes, com menos dor e recuperação mais rápida, em cirurgia tecnicamente mais complexa.

Fiz radioterapia. Ainda posso reconstruir?

Pode. A radioterapia muda a pele do tórax, que passa a tolerar menos o implante, e nesses casos a via com tecido próprio costuma ser a indicada. O planejamento leva em conta quando a radioterapia terminou.

A outra mama também é operada?

Pode ser. Redução, elevação ou implante na mama contralateral entram quando são necessários para aproximar os dois lados, e a lei trata isso como parte da reconstrução.

Quando a aréola e o mamilo são reconstruídos?

Em tempo próprio, depois que o volume da mama acomodou. É a última etapa da reconstrução completa e também é parte integrante dela por lei.

A mama reconstruída tem sensibilidade?

A sensibilidade da pele costuma ficar reduzida e varia conforme a técnica e a extensão da mastectomia. É um dos pontos discutidos antes da escolha da via.

A reconstrução é garantida por lei?

É. A Lei 9.797, de 1999, obriga o SUS a oferecer a cirurgia reconstrutiva a quem sofreu mutilação da mama por tratamento de câncer. A Lei 13.770, de 2018, incluiu a simetrização da outra mama e a reconstrução do complexo aréolo-mamilar como partes integrantes dessa cirurgia.

Vou precisar de mais de uma cirurgia?

É comum. A reconstrução completa costuma envolver etapas, definidas junto com a equipe que conduz o tratamento oncológico.

Preciso continuar usando prótese externa?

Não. A reconstrução devolve o contorno de forma permanente, com a conveniência de dispensar a prótese externa.

Quanto custa a reconstrução mamária?

Não divulgamos valores no site. O orçamento depende da técnica, do número de tempos cirúrgicos e do tipo de anestesia, e é definido depois da consulta. A cobertura por plano de saúde deve ser conferida com a operadora.

Onde fazer reconstrução mamária na Asa Sul, em Brasília?

Na Clínica Art Corporis, SEPS Q 709/909, Bloco A, Sala 04, 1º Subsolo, Centro Médico Júlio Adnet, Asa Sul, Brasília/DF, CEP 70390-095. A cirurgia acontece no centro cirúrgico próprio da clínica, classificado como EAS Tipo III. Responsável técnico: Dr. Joemar Barbaresco, CRM-DF 7236 e RQE 5003. Agendamento pelo telefone (61) 3542-2782, de segunda a sexta, das 8h às 18h.

Aviso

Este conteúdo é educativo e não substitui a avaliação médica presencial. Toda cirurgia plástica tem riscos, contraindicações e limites, discutidos em consulta. Não divulgamos imagens de pacientes nem prometemos resultado: a indicação depende de exame físico e de histórico clínico individual. Referências técnicas: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Grabb and Smith's Plastic Surgery e Cirurgia Plástica — Fundamentos e Arte (Mélega).

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SEPS Q 709/909, Bloco A, Sala 04, 1º Subsolo
Centro Médico Júlio Adnet · Asa Sul · Brasília/DF
CEP 70390-095

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O planejamento começa junto com a sua equipe.

Na consulta, o Dr. Joemar avalia o quadro, conversa sobre o momento adequado e explica as técnicas possíveis para o seu caso.

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