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Asa Sul, Brasília-DF Dr. Joemar Barbaresco | CRM-DF 7236 Instagram Facebook (61) 3542-2782

Cirurgia plástica facial · Asa Sul, Brasília

Blefaroplastia em Brasília

A blefaroplastia trata o excesso de pele e as bolsas de gordura das pálpebras. Em alguns casos o objetivo é estético; em outros, a queixa é funcional. O que define a indicação é a avaliação presencial, não a fotografia.

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Paciente adulta em consulta de blefaroplastia na Clínica Art Corporis, na Asa Sul, Brasília
Ambiente de avaliação da Clínica Art Corporis, na Asa Sul.
  • 01 CRM-DF 7236 Dr. Joemar Barbaresco
  • 02 RQE 5003 Cirurgia Plástica
  • 03 Asa Sul Brasília · DF

Em resumo

Uma resposta clara antes dos detalhes.

Blefaroplastia é a cirurgia que remove o excesso de pele e, quando necessário, gordura e músculo das pálpebras superiores, inferiores ou de ambas. Pode ter objetivo estético, funcional — quando o excesso de pele interfere no campo visual — ou os dois no mesmo planejamento. A indicação depende da anatomia, da saúde ocular e do histórico de cada pessoa, e só se define em consulta presencial na Asa Sul, em Brasília.

Tipos de blefaroplastia — Clínica Art Corporis, Brasília

Fundamentos

O que é blefaroplastia?

É o procedimento que trata as pálpebras superiores, inferiores ou ambas, retirando o excesso de pele e, conforme o caso, reposicionando ou removendo gordura. Também é chamada de cirurgia das pálpebras.

Com o passar dos anos, a pele da pálpebra perde elasticidade e as estruturas que sustentam a gordura ao redor do olho se afrouxam. O resultado pode ser um excesso de pele na pálpebra superior, bolsas na pálpebra inferior, ou os dois. Parte disso é envelhecimento; parte é herança familiar, e aparece cedo em algumas pessoas. Quando o excesso de pele da pálpebra superior avança sobre o eixo da visão, a queixa deixa de ser só de aparência. O termo técnico é dermatocálase, e o efeito descrito é o de uma cortina que fecha a parte de cima do campo visual.

Objetivos possíveis

O que pode ser avaliado em uma blefaroplastia?

A avaliação examina cada pálpebra separadamente e a relação entre elas, a sobrancelha e a órbita. Quatro aspectos entram nessa análise.

  • Pálpebra superior

    Excesso de pele, altura da dobra palpebral e função do músculo que levanta a pálpebra. É onde a queixa funcional costuma aparecer.

  • Pálpebra inferior

    Flacidez, rugas finas e a transição entre a pálpebra e a bochecha. A demanda aqui é predominantemente estética.

  • Bolsas de gordura

    Volume que se projeta ao redor do olho. Pode ser removido, reposicionado ou preservado, conforme o caso.

  • Campo visual e sensação de peso

    Dificuldade para dirigir, descer escadas ou enxergar objetos acima da linha dos olhos, e a tendência de levantar a testa para compensar.

O que se aplica ao seu caso depende do exame das pálpebras e da função visual. Isso só se define presencialmente.

Comparação

Estética, funcional e reparadora não são sinônimos.

A diferença não está na técnica, e sim no que motiva a cirurgia. As três finalidades podem conviver no mesmo planejamento — é comum a pálpebra superior ter, ao mesmo tempo, queixa estética e funcional.

  • Estética

    A queixa é de aparência: aspecto cansado, pálpebra pesada, bolsas. O campo visual está preservado. É a finalidade mais procurada e não tem cobertura de convênio.

  • Funcional

    O excesso de pele interfere no campo visual. A investigação inclui exame oftalmológico e teste de campo visual. Quando o comprometimento é documentado, existe caminho para análise de cobertura.

  • Reparadora

    Reconstrução da pálpebra depois de trauma, de retirada de lesão de pele ou em sequelas que alteram o fechamento do olho. O objetivo é devolver estrutura e proteção ao olho.

Planejamento individualizado

O olhar se analisa no conjunto.

Pálpebra, sobrancelha e testa se sustentam mutuamente. Tratar a pálpebra sem olhar para a posição da sobrancelha pode acentuar o que se queria corrigir. Por isso a avaliação é do terço superior da face inteiro, e não de uma região isolada.

Avaliação do olhar no conjunto da face.
Sala de planejamento da Clínica Art Corporis, em Brasília.

Indicação

Para quem a blefaroplastia costuma ser indicada?

A indicação parte de uma queixa objetiva — excesso de pele, bolsas ou interferência no campo visual — somada a condições de saúde que permitam operar com segurança. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica descreve como bons candidatos pessoas saudáveis, sem condição que prejudique a cicatrização, não fumantes e com expectativas realistas.

  • Queixa objetiva de excesso de pele, bolsas ou peso na pálpebra
  • Saúde geral compatível com o procedimento
  • Ausência de doença ocular ativa, ou já tratada
  • Não fumante, ou disposta a interromper conforme orientação
  • Expectativas alinhadas ao que a cirurgia faz
  • Condições de seguir os cuidados e comparecer aos retornos

Se você se reconheceu nesses critérios, o próximo passo é uma avaliação presencial — é nela que se confirma o que se aplica ao seu caso.

Primeira consulta

Como é feita a avaliação?

A consulta reúne escuta, histórico de saúde, exame das pálpebras e da função visual, fotografias padronizadas e a conversa sobre possibilidades, limites e riscos.

  • Escuta e expectativas

    O que incomoda, há quanto tempo, e o que se espera. É o momento de alinhar o que é possível.

  • Histórico e saúde

    Doenças sistêmicas, cirurgias anteriores, medicamentos em uso — em especial anticoagulantes — e queixas oculares como olho seco.

  • Exame das pálpebras e da função visual

    Excesso de pele, função do músculo elevador, posição da sobrancelha e simetria. Quando há suspeita de comprometimento do campo visual, a investigação inclui avaliação oftalmológica.

  • Planejamento e decisão consciente

    Apresentação do que pode ser feito, do que não pode, dos riscos e da recuperação.

Uma consulta informa; ela não obriga a realizar uma cirurgia.

Plano individualizado

Como funciona o planejamento cirúrgico?

O planejamento parte da anatomia da pálpebra, da qualidade da pele, da função visual, do histórico de saúde e dos objetivos possíveis.

  1. Análise

    Definição do que será tratado em cada pálpebra e da abordagem para cada lado.

  2. Estratégia

    Escolha da técnica, do posicionamento das incisões e do tipo de anestesia.

  3. Preparação

    Exames, ajustes de medicação e orientações individuais.

  4. Acompanhamento

    Calendário de retornos e critérios para avaliar a evolução.

Antes da cirurgia

Como é a preparação pré-operatória?

A preparação envolve exames, revisão de medicamentos, orientação sobre tabagismo e organização da rotina para os primeiros dias.

  • Exames e avaliação oftalmológica, quando indicada
  • Medicamentos e suplementos informados à equipe
  • Anticoagulantes revisados com quem os prescreveu
  • Tabagismo discutido com a equipe
  • Transporte e apoio organizados para o dia
  • Jejum e higiene confirmados
  • Dr. Joemar Barbaresco sentado à mesa do consultório da Clínica Art Corporis, em Brasília.
    Consultório da Clínica Art Corporis, em Brasília.
  • Recepção da Clínica Art Corporis, com arranjo de flores amarelas e divisórias de vidro.
    Recepção da Clínica Art Corporis, na Asa Sul.
  • Sala de cirurgia da Clínica Art Corporis, no Centro Médico Júlio Adnet, Asa Sul, Brasília

Recuperação

Como é o pós-operatório da blefaroplastia?

O pós-operatório costuma envolver inchaço, hematomas e sensação de olho seco nos primeiros dias. A evolução é gradual e o calendário varia conforme a técnica e a resposta individual.

  • 48 horas

    Compressas conforme orientação, cabeceira elevada e repouso relativo. É a fase de maior inchaço.

  • 1ª semana

    Retirada dos pontos conforme orientação médica. Óculos escuros e proteção solar. Sem esforço físico.

  • 1º mês

    Retomada gradual das atividades, sempre com liberação médica. Lentes de contato e maquiagem voltam quando o médico autorizar.

  • Meses seguintes

    As cicatrizes continuam amadurecendo e o resultado se acomoda ao longo dos meses.

Os prazos para retirada de pontos, retorno ao trabalho, liberação para dirigir e para atividade física são definidos individualmente na consulta e reavaliados nas revisões, conforme a técnica empregada e a evolução de cada paciente.

Jornada e segurança

O que acontece antes, durante e depois da cirurgia?

A decisão não é só sobre a técnica. Onde a cirurgia é feita, quem acompanha, quais protocolos existem e como é o retorno fazem parte do que se está escolhendo — e são informações que você tem o direito de conhecer antes de decidir.

  • Centro cirúrgico

    A cirurgia é realizada no centro cirúrgico da própria Clínica Art Corporis, no Centro Médico Júlio Adnet, na Asa Sul — estrutura classificada como EAS Tipo III segundo a RDC 50/2002 da Anvisa, com leitos de curta permanência para internação eletiva do dia. Consulta, procedimento, recuperação e revisões acontecem no mesmo endereço, com a mesma equipe. A responsabilidade técnica é do Dr. Joemar Antônio Barbaresco, CRM-DF 7236 · RQE 5003.

  • O dia da cirurgia

    A cirurgia é agendada com horário definido. As orientações de preparo — jejum, medicações a suspender, o que levar e a necessidade de acompanhante — são passadas na consulta pré-operatória, junto com os exames solicitados. Depois do procedimento, a paciente permanece em leito de curta permanência na própria clínica até a liberação, que acontece com as orientações dos primeiros dias e a data do primeiro retorno já marcada.

  • Protocolos de segurança

    A clínica opera com centro cirúrgico próprio classificado como EAS Tipo III, com as rotinas assistenciais compatíveis com essa classificação: monitorização durante o procedimento, protocolos de prevenção de infecção e conduta definida para intercorrências. A blefaroplastia é conduzida pelo próprio Dr. Joemar, que responde tecnicamente pela clínica desde 1995.

  • Acompanhamento e retornos

    O acompanhamento se estende por até 12 meses após a cirurgia, conforme o procedimento realizado e a evolução de cada paciente. Quem conduz as revisões é o mesmo cirurgião que avaliou e operou. As consultas de revisão estão incluídas no planejamento apresentado, sem cobrança adicional por retorno. Dúvidas entre uma revisão e outra podem ser levadas à recepção pelo telefone (61) 3542-2782 ou pelo WhatsApp (61) 99921-6282, de segunda a sexta, das 8h às 18h.

Decisão informada

Quais são os possíveis riscos?

Como toda cirurgia, a blefaroplastia tem riscos. Eles são pouco frequentes quando a indicação é criteriosa, mas existem e precisam ser conhecidos antes da decisão.

  • Riscos gerais

    Sangramento, hematoma, infecção e reações relacionadas à anestesia.

  • Alterações da superfície ocular

    Olho seco, irritação e dificuldade temporária para fechar completamente a pálpebra.

  • Cicatrização e assimetrias

    Cicatriz mais aparente que o esperado, assimetria entre os lados e alterações de sensibilidade na região.

  • Possibilidade de revisão

    Em alguns casos, um retoque pode ser considerado após a estabilização.

Evolução individual

O que pode influenciar o resultado?

A resposta de cada pessoa depende de fatores anatômicos, clínicos e de comportamento.

  • Anatomia da órbita e posição da sobrancelha
  • Espessura e elasticidade da pele
  • Função do músculo elevador da pálpebra
  • Condições oculares prévias, como olho seco
  • Hábitos e condições de saúde, incluindo tabagismo
  • Adesão aos cuidados e aos retornos

Limites

Quando a cirurgia pode ser adiada ou não indicada?

A segurança vem antes do calendário. Há situações em que o melhor cuidado é esperar.

A cirurgia pode ser adiada quando existe condição clínica não controlada, doença ocular ativa, olho seco importante sem tratamento, uso de medicamentos que exigem ajuste prévio, ou quando as expectativas não correspondem ao que o procedimento faz.

Adiar não é negar cuidado. Em muitos casos, tratar primeiro a condição ocular ou compensar uma doença sistêmica é o que torna a cirurgia mais segura depois. A não indicação também é uma decisão de cuidado.

Retrato do Dr. Joemar Barbaresco, cirurgião plástico e diretor técnico da Clínica Art Corporis.

Cuidado integrado

Quem será o responsável?

A cirurgia é realizada pelo Dr. Joemar Barbaresco, cirurgião plástico responsável técnico da clínica.

  • 1987 Cirurgia Geral — Universidade Federal de Goiás — UFG
  • 1989 Cirurgia Plástica — Título de especialista pelo Hospital das Clínicas da UFG
  • 1992 Hospital Anchieta — Residência médica no Hospital Regional da Asa Norte — HRAN
  • 1993 Clínica Art Corporis — Atuação como cirurgião plástico
  • 1995 — Diretor técnico, na Asa Sul, Brasília

Conhecer a trajetória completa ↗

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre blefaroplastia.

Respostas educativas ajudam a preparar a consulta, mas não definem indicação individual.

Quanto custa uma blefaroplastia em Brasília?

As normas de publicidade médica não permitem divulgar preço de cirurgia em site. O valor depende de quais pálpebras serão operadas, da técnica escolhida, do tipo de anestesia, da estrutura onde a cirurgia é realizada e da equipe envolvida. Por isso ele só existe depois da avaliação presencial, quando o planejamento está definido — e quem apresenta é o próprio médico, na consulta. O que podemos adiantar: as consultas de revisão estão incluídas no planejamento apresentado, sem cobrança adicional por retorno, e o acompanhamento se estende por até 12 meses.

Qual a diferença entre blefaroplastia superior e inferior?

A superior trata o excesso de pele da pálpebra de cima, com incisão na dobra natural da pálpebra. A inferior trata bolsas e flacidez abaixo do olho, e a incisão pode ficar logo abaixo dos cílios ou por dentro da pálpebra. As duas podem ser feitas na mesma cirurgia, conforme a avaliação.

A blefaroplastia é coberta por convênio?

Quando existe comprometimento funcional do campo visual documentado por exame, há caminho para análise de cobertura. Quando o objetivo é estético, não há. A decisão é do plano de saúde, a partir da documentação médica. Na Art Corporis, o convênio vale exclusivamente para a consulta com o cirurgião plástico. Os procedimentos cirúrgicos são particulares, sem exceção, e a dermatologia também é atendida apenas de forma particular. São 16 convênios credenciados para consulta: Afeb, Allianz, BACEN (PASBC), Caesan, Capesesp, CASEC (Codevasf), Casembrapa, Conab, Embratel/Telos, Fapes (BNDES), Fascal, Fusex, INAS, NotreDame, PlanAssiste (MPU) e TJDFT (Pró-Saúde).

Quem tem diabetes pode fazer cirurgia de pálpebras?

Diabetes não é, por si só, uma contraindicação absoluta, mas exige avaliação cuidadosa. O controle glicêmico influencia a cicatrização e o risco de infecção. A conduta é individual e definida em conjunto com o médico que acompanha o diabetes.

Quem tem glaucoma pode fazer blefaroplastia?

Ter glaucoma não impede automaticamente a cirurgia, mas exige avaliação oftalmológica prévia e alinhamento com o oftalmologista que acompanha o caso. Condições da superfície ocular e medicações em uso entram nessa análise.

Quanto tempo dura a recuperação da blefaroplastia?

Não existe prazo universal. O inchaço e os hematomas são mais intensos nos primeiros dias e reduzem ao longo das semanas. O retorno às atividades depende do tipo de trabalho e da liberação médica em cada retorno.

A blefaroplastia deixa cicatriz?

Toda incisão deixa cicatriz. Na pálpebra superior ela é posicionada na dobra natural; na inferior, abaixo dos cílios ou por dentro da pálpebra. As cicatrizes amadurecem ao longo dos meses, e a proteção solar faz parte do cuidado.

Como escolher um cirurgião plástico em Brasília?

Confira três coisas objetivas antes da consulta: o registro ativo no Conselho Regional de Medicina (CRM), o RQE de Cirurgia Plástica — que é o registro da especialidade, e não apenas do diploma de médico — e onde a cirurgia será realizada. Na consulta, um bom sinal é o médico explicar limites e riscos com a mesma clareza com que explica possibilidades. Desconfie de promessa de resultado, preço fechado por telefone e galeria de antes e depois, que é prática vedada pelas normas de publicidade médica.

Qual a diferença entre blefaroplastia e blefaropexia?

A blefaroplastia retira excesso de pele, gordura e, às vezes, músculo das pálpebras. A blefaropexia eleva a pálpebra superior caída, reposicionando músculos e tecidos, e trata a ptose palpebral. São problemas diferentes, e o exame define qual se aplica.

A partir de que idade se faz blefaroplastia?

É mais frequente a partir dos 35 anos, e pode ser feita mais cedo conforme as características faciais de cada pessoa. O que define é o excesso de pele e a queixa, e não a idade no documento.

Onde fazer blefaroplastia na Asa Sul, em Brasília?

Na Clínica Art Corporis, SEPS Q 709/909, Bloco A, Sala 04, 1º Subsolo, Centro Médico Júlio Adnet, Asa Sul, Brasília/DF, CEP 70390-095. A cirurgia acontece no centro cirúrgico próprio da clínica, classificado como EAS Tipo III. Responsável técnico: Dr. Joemar Barbaresco, CRM-DF 7236 e RQE 5003. Agendamento pelo telefone (61) 3542-2782, de segunda a sexta, das 8h às 18h.

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