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Cirurgia de orelha · Asa Sul, Brasília

Otoplastia em Brasília

A otoplastia corrige a posição e o formato das orelhas — inclusive a orelha em abano — por uma incisão escondida atrás do pavilhão. Na Clínica Art Corporis a cirurgia é feita no Hospital Dia próprio, na Asa Sul, com alta no mesmo dia. Pode ser feita em crianças a partir dos 6 anos.

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Sala de cirurgia da Clínica Art Corporis, no Centro Médico Júlio Adnet, Asa Sul, Brasília
Sala de cirurgia da Clínica Art Corporis, na Asa Sul.
  • 01 CRM-DF 7236 Dr. Joemar Barbaresco
  • 02 RQE 5003 Cirurgia Plástica
  • 03 Asa Sul Brasília · DF

Em resumo

Uma resposta clara antes dos detalhes.

Otoplastia é a cirurgia plástica que remodela o pavilhão auricular — a parte externa e visível da orelha. Corrige orelhas projetadas, assimetria entre os lados, lóbulo rasgado e deformações de nascença ou por trauma. A cirurgia dura de 1 a 2 horas, com anestesia local e sedação em adultos e, em geral, anestesia geral em crianças pequenas. A alta é no mesmo dia. A otoplastia não interfere na audição: ela trabalha apenas a cartilagem e a pele da parte externa. O resultado final é avaliado entre 3 e 6 meses.

Avaliação da orelha em consulta.

Fundamentos

O que é otoplastia?

É a cirurgia que remodela a orelha externa. Trabalha a cartilagem, reposicionando-a ou removendo uma parte dela, sempre por trás.

A orelha em abano acontece quando a dobra natural da cartilagem, chamada anti-hélice, não se formou por completo. Sem essa dobra, a orelha fica mais projetada em relação à cabeça. A cirurgia refaz essa dobra. A incisão fica no sulco atrás da orelha, uma área naturalmente escondida, o que torna a cicatriz pouco perceptível. É um procedimento eletivo. A busca costuma vir de um incômodo antigo: prender o cabelo, tirar foto de perfil, apelidos na infância.

Indicações

Que tipos de orelha a otoplastia corrige?

Cada alteração pede uma técnica diferente, e mais de uma pode estar presente na mesma pessoa. A definição é da avaliação presencial.

  • Orelha em abano

    Também chamada de orelha de abano. É a protrusão auricular causada pela ausência ou pelo subdesenvolvimento da dobra anti-helical, e é a indicação mais comum da cirurgia de orelha.

  • Lóbulo rasgado ou alargado

    Consequência de brincos pesados, alargadores ou trauma. Pode ser corrigido isoladamente ou junto com a otoplastia, na mesma cirurgia.

  • Assimetria entre as orelhas

    Um lado mais projetado, maior ou com formato diferente do outro. O planejamento trabalha os dois lados para aproximar a simetria.

  • Orelha em concha e microtia

    A orelha em concha tem a borda superior dobrada para baixo. A microtia é congênita e mais complexa: pode exigir reconstrução com cartilagem da própria costela, em mais de um tempo cirúrgico.

Se você não sabe qual desses casos é o seu, a resposta vem da consulta.

Comparação

Sutura, remoção de cartilagem e técnica mista.

As três resolvem o mesmo problema por caminhos diferentes. A escolha depende da rigidez da cartilagem e do quanto a orelha precisa ser reposicionada.

  • Técnica de sutura

    Pontos internos permanentes dobram e fixam a cartilagem, criando a anti-hélice sem remover tecido. Conhecida como técnica de Mustardé, é a mais usada em cartilagem flexível.

  • Remoção de cartilagem

    Retirada de uma faixa de cartilagem para permitir a nova dobra. Indicada quando a cartilagem é rija demais para ceder apenas com pontos.

  • Técnica mista

    Combina as duas anteriores no mesmo procedimento, e é comum quando cada orelha exige um tratamento diferente.

Consulta antes de qualquer decisão

A cartilagem de cada pessoa define a técnica.

Não existe uma otoplastia padrão. Cartilagem de criança é mais flexível e cede com pontos; cartilagem adulta costuma ser mais rija e pode exigir remoção. Por isso a avaliação é presencial. É nela que se define a técnica, o tipo de anestesia e o que é realista esperar de simetria — orelhas nunca são idênticas entre si, nem antes nem depois.

Exame da cartilagem da orelha.
Sala de planejamento da Clínica Art Corporis, em Brasília.

Segurança

O que torna a otoplastia um procedimento seguro?

Não é uma coisa só. É a soma de indicação correta, estrutura adequada, equipe habilitada e acompanhamento até a alta definitiva.

  • Cirurgião plástico com registro no CRM-DF e RQE em Cirurgia Plástica
  • Cirurgia realizada em centro cirúrgico próprio, classificado como EAS Tipo III
  • Avaliação pré-anestésica obrigatória antes do agendamento
  • Equipe de anestesia e de enfermagem próprias, presentes do início ao fim
  • Anestesia escolhida conforme a idade: local com sedação ou geral
  • Retornos programados até a cicatrização completa

Antes de marcar, vale conferir o registro do médico e onde a cirurgia será realizada.

O dia do procedimento

Como é feita a otoplastia?

Da chegada à alta, tudo acontece no mesmo endereço. O tempo total depende da técnica e do tipo de anestesia, e é informado na consulta.

  • Chegada e preparo

    Recepção, conferência de documentos e exames, marcação das dobras a serem criadas e conversa com a equipe de enfermagem e com o anestesista.

  • Anestesia

    Em adultos, anestesia local com sedação. Em crianças pequenas, em geral anestesia geral, pela necessidade de imobilidade durante a cirurgia.

  • Cirurgia

    Incisão no sulco atrás da orelha, remodelagem da cartilagem pela técnica escolhida e sutura. Dura de 1 a 2 horas, contando os dois lados.

  • Curativo e alta

    Curativo levemente compressivo em torno da cabeça e alta no mesmo dia, com orientações por escrito e a data do primeiro retorno já marcada.

É obrigatório ter um acompanhante maior de idade para a saída. Depois de sedação ou anestesia geral, a pessoa não pode dirigir.

Do primeiro contato à cirurgia

Quais são as etapas até o agendamento?

Nenhuma cirurgia é agendada sem consulta presencial e liberação pré-anestésica. A sequência é sempre a mesma.

  1. Consulta

    Avaliação presencial, exame físico e conversa sobre o que incomoda — inclusive quando a resposta é não operar.

  2. Exames e liberação

    Exames laboratoriais de rotina, avaliação cardiológica quando indicada e consulta pré-anestésica.

  3. Agendamento

    Definição da data, orientações de jejum e preparo, e confirmação do acompanhante.

  4. Retornos

    Consultas de revisão programadas, na mesma clínica e com a mesma equipe.

No dia

O que levar e como se preparar?

A equipe envia a lista completa por escrito depois da liberação pré-anestésica. Estes são os itens que valem para praticamente todos os casos.

  • Documento com foto
  • Exames e liberações médicas em mãos
  • Acompanhante maior de idade para a saída
  • Jejum cumprido conforme a orientação recebida
  • Cabelo lavado na véspera e roupa que abra na frente, sem passar pela cabeça
  • Suspensão do cigarro pelo menos 15 dias antes, pela cicatrização
  • Sala de recuperação pós-anestésica do Hospital Dia da Clínica Art Corporis, na Asa Sul, em Brasília.
    Sala de recuperação pós-anestésica da Clínica Art Corporis.
  • Recepção da Clínica Art Corporis, com arranjo de flores amarelas e divisórias de vidro.
    Recepção da Clínica Art Corporis, na Asa Sul.
  • Leito de curta permanência com poltrona de acompanhante, no Hospital Dia da Clínica Art Corporis, na Asa Sul, em Brasília.

Depois da alta

Como é a recuperação da otoplastia?

A alta não encerra o cuidado. Os retornos já saem marcados e a equipe fica disponível para dúvidas no intervalo entre eles.

  • Primeiras 48 horas

    A fase mais delicada. Sensação de pressão, leve inchaço e formigamento são esperados. Dormir com a cabeça elevada e manter o curativo seco.

  • 5 a 7 dias

    Retorno ao trabalho de escritório. Crianças costumam voltar à escola em cerca de uma semana, com restrição de educação física e brincadeiras de contato.

  • 4 a 8 semanas

    Uso da faixa elástica à noite, para proteger as orelhas durante o sono. Sem atividade física intensa nos primeiros 30 dias e sem sol direto nas primeiras semanas.

  • 3 a 6 meses

    Resultado final possível de avaliar, com a cicatriz amadurecida e o edema resolvido. A correção da posição é definitiva.

Os prazos acima são o desenho geral do acompanhamento. O calendário real depende da técnica usada e da evolução individual, e é definido pela equipe médica.

Otoplastia infantil

Qual a idade certa para operar uma criança?

A partir dos 6 anos, quando a orelha já atingiu cerca de 85% do tamanho adulto. Não existe limite superior de idade, desde que haja boa saúde geral.

  • Por que a partir dos 6 anos

    Antes disso a orelha ainda cresce, e operar cedo demais pode levar a um resultado que muda com o tempo.

  • Antes do ensino fundamental

    Muitas famílias escolhem esse período para reduzir a exposição a apelidos e constrangimento na escola.

  • A criança precisa querer

    A decisão é conjunta. Uma criança que não entende ou não deseja a cirurgia colabora menos no pós-operatório, que exige cuidado com o curativo.

  • O papel da família

    Nas primeiras semanas alguém precisa garantir o uso da faixa à noite e evitar esporte de contato. Sem isso, o resultado fica em risco.

Decisão informada

Quais são os riscos da otoplastia?

Toda cirurgia tem risco. Apresentar os riscos com clareza faz parte do consentimento, e a conversa completa sobre eles acontece na consulta.

  • Assimetria residual

    Pequena diferença entre os lados. Orelhas nunca são idênticas; quando a diferença incomoda, pode ser resolvida com um retoque.

  • Hematoma

    Acúmulo de sangue sob a pele, que precisa ser drenado para não comprometer a cartilagem. É a razão do curativo compressivo inicial.

  • Infecção

    Rara, mas exige atenção por envolver cartilagem. Antibiótico preventivo e retornos programados existem para identificar cedo.

  • Dormência temporária

    Alteração temporária da sensibilidade da orelha, comum nas primeiras semanas. Costuma normalizar sozinha.

Seleção do caso

Quem pode fazer otoplastia?

A decisão é do médico e do anestesista, na avaliação prévia. Estes são os fatores que entram nessa análise.

  • Idade a partir de 6 anos, sem limite superior
  • Orelha com desenvolvimento praticamente concluído
  • Boa saúde geral e doenças crônicas compensadas
  • Ausência de infecção ativa na pele ou na cartilagem
  • Desejo da própria pessoa, inclusive quando é criança
  • Disponibilidade para usar a faixa no período orientado

Limites

Quando a otoplastia não é indicada?

A segurança vem antes da conveniência. Há situações em que o melhor cuidado é adiar ou não operar, e dizer isso faz parte do trabalho.

Não é indicada quando há infecção ativa na orelha ou na pele ao redor, que precisa ser tratada antes; quando existe doença sistêmica descompensada; e enquanto houver tabagismo ativo — a orientação é suspender pelo menos 15 dias antes, pela cicatrização da cartilagem.

Em crianças, também não é indicada quando o desejo é só dos pais. A colaboração no pós-operatório depende da criança entender e querer.

Retrato do Dr. Joemar Barbaresco, cirurgião plástico e diretor técnico da Clínica Art Corporis.

Quem realiza

Quem faz a otoplastia na Art Corporis?

O responsável técnico da clínica é o Dr. Joemar Barbaresco, cirurgião plástico e diretor da Clínica Art Corporis desde a fundação, em 1995. A equipe de anestesia e de enfermagem é própria e acompanha todas as etapas.

  • 1987 Graduação em Medicina — Universidade Federal de Goiás — UFG
  • 1989 Cirurgia Geral — Título de especialista pelo Hospital das Clínicas da UFG
  • 1992 Cirurgia Plástica — Residência médica no Hospital Regional da Asa Norte — HRAN
  • 1993 Hospital Anchieta — Atuação como cirurgião plástico
  • 1995 Clínica Art Corporis — Diretor técnico, na Asa Sul, Brasília

Conhecer a trajetória completa ↗

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre otoplastia.

Respostas educativas ajudam a preparar a consulta, mas não definem a conduta individual.

O que é otoplastia?

É a cirurgia plástica que remodela a parte externa da orelha, corrigindo posição, formato e assimetria. A mais comum é a correção da orelha em abano, feita refazendo a dobra da cartilagem que não se formou por completo.

A otoplastia afeta a audição?

Não. A cirurgia trabalha apenas a cartilagem e a pele do pavilhão auricular, a parte visível. O canal auditivo, o ouvido médio e o ouvido interno não são tocados.

A partir de que idade pode ser feita?

A partir dos 6 anos, quando a orelha já atingiu cerca de 85% do tamanho adulto. Não há limite superior de idade, desde que a pessoa tenha boa saúde geral.

Quanto tempo dura a cirurgia?

De 1 a 2 horas, contando os dois lados. A alta é no mesmo dia, após o período de observação na sala de recuperação pós-anestésica.

Qual anestesia é usada?

Em adultos, anestesia local com sedação. Em crianças pequenas, em geral anestesia geral, porque a cirurgia exige imobilidade. A definição é do anestesista, na avaliação pré-anestésica.

A cicatriz fica visível?

A incisão fica no sulco atrás da orelha, uma dobra natural. Com a cicatrização, costuma ficar pouco perceptível. Como toda cicatriz, o resultado depende também da resposta individual de cada pele.

Quando posso voltar ao trabalho ou à escola?

Trabalho de escritório, de 5 a 7 dias. Crianças voltam à escola em cerca de uma semana, com restrição de educação física e brincadeiras de contato. Exercício intenso só depois de 30 dias.

Por quanto tempo preciso usar a faixa?

De 4 a 8 semanas, apenas à noite, depois da fase do curativo compressivo. A faixa protege as orelhas durante o sono, quando não há controle da posição da cabeça.

O resultado é definitivo?

A correção da posição é definitiva. O resultado final é possível de avaliar entre 3 e 6 meses, quando o edema se resolve e a cicatriz amadurece.

Quanto custa a otoplastia?

Não divulgamos valores no site. O orçamento é definido depois da consulta, porque depende da técnica indicada, do tipo de anestesia e de eventuais procedimentos associados, como a correção do lóbulo.

Onde fazer otoplastia na Asa Sul, em Brasília?

Na Clínica Art Corporis, SEPS Q 709/909, Bloco A, Sala 04, 1º Subsolo, Centro Médico Júlio Adnet, Asa Sul, Brasília/DF, CEP 70390-095. A cirurgia acontece no centro cirúrgico próprio da clínica, classificado como EAS Tipo III. Responsável técnico: Dr. Joemar Barbaresco, CRM-DF 7236 e RQE 5003. Agendamento pelo telefone (61) 3542-2782, de segunda a sexta, das 8h às 18h.

Continue se informando

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    Como é a primeira consulta e o que levar.

  • Hospital Dia em Brasília

    A estrutura onde a cirurgia é realizada.

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    Os procedimentos realizados na clínica.

Na mesma consulta

Procedimentos que costumam ser avaliados junto.

Onde estamos

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SEPS Q 709/909, Bloco A, Sala 04, 1º Subsolo
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CEP 70390-095

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