Dermatologia clínica · Asa Sul, Brasília
Tratamento de micoses em Brasília
Micoses são infecções por fungos na pele, nas unhas e nos cabelos. Os fungos já vivem no corpo — o problema começa quando calor, umidade ou queda de imunidade permitem que se multipliquem. Cada tipo tem um tratamento e um tempo próprios, e parar antes da hora é o erro que mais faz a micose voltar.

- 01 CRM-DF 10012 Dra. Janaina Barbaresco
- 02 RQE 4862 Dermatologia
- 03 Asa Sul Brasília · DF
Em resumo
Uma resposta clara antes dos detalhes.
Os fungos se alimentam da queratina da pele, das unhas e dos cabelos. Encontrando calor, umidade, baixa imunidade ou uso prolongado de antibiótico sistêmico, se reproduzem rápido. A lesão típica tem mancha branca ou vermelha, coceira e borda mais evidente, às vezes crostosa, e aparece com mais frequência nas dobras — axilas, virilhas e entre os dedos.
Os tipos
Três quadros com o mesmo nome popular.
São todos causados por fungos, mas o tratamento e a duração mudam bastante entre eles.
-
Pitiríase versicolor
Conhecida como micose de praia ou pano branco. Manchas pequenas, geralmente esbranquiçadas, que escamam quando a pele é estirada. Aparecem em braços, tronco, pescoço e rosto, raramente coçam e são mais comuns em jovens e em pele oleosa. Pode voltar várias vezes.
-
Tinhas
Manchas vermelhas de superfície escamosa, bordas nítidas e coceira. Aparecem em qualquer parte do corpo; a dos pés é o pé de atleta. Em crianças, é comum no couro cabeludo, com placa e crosta, dando a impressão de cabelo cortado na região.
-
Onicomicoses
Micose das unhas das mãos e dos pés. A unha engrossa, descola do leito e pode mudar de cor e de forma. É a de tratamento mais longo.
Por que acontece
O que favorece a proliferação.
O fungo já está lá. O que muda é a condição que permite que ele se multiplique.
-
Calor e umidade
É a combinação que mais favorece. Por isso as dobras do corpo são as áreas mais atingidas.
-
Queda de imunidade
O sistema imune costuma conter a proliferação sem que haja sintoma. Quando ele cede, o quadro aparece.
-
Antibiótico prolongado
O uso sistêmico por longo prazo reduz as bactérias que disputam espaço e nutrientes com os fungos.
-
Contágio
Micoses são contagiosas e passam de pessoa para pessoa, por contato direto ou por objeto compartilhado.
Prevenção
Hábitos que reduzem o risco
Higiene é a melhor prevenção — e a maior parte dela é sobre manter a pele seca.
- Secar bem depois do banho, principalmente axilas, virilhas e entre os dedos
- Usar apenas o próprio material de manicure
- Não compartilhar toalha, roupa, escova de cabelo ou boné
- Evitar andar descalço em vestiário, sauna, lava-pés e borda de piscina
- Não ficar com roupa molhada por muito tempo
- Preferir calçado largo e ventilado e tecido que deixe a pele transpirar
Como funciona o atendimento
Da consulta ao acompanhamento
O diagnóstico vem antes do antifúngico. Mancha branca ou vermelha nem sempre é micose, e tratar a coisa errada atrasa o quadro.
-
Consulta
Exame da lesão, do padrão de distribuição e do histórico de exposição e de imunidade.
-
Diagnóstico
Diferenciação de outras dermatoses que se parecem com micose, com exame complementar quando indicado.
-
Tratamento
Antifúngico tópico ou oral, com duração definida pelo tipo e pela área atingida.
-
Retorno
Reavaliação da resposta e definição do momento de encerrar — que não é quando o sintoma some.
O tratamento
Tempo de tratamento por tipo
É aqui que a maioria dos casos falha: o sintoma some antes de o fungo acabar.
- Tinhas costumam ter tratamento mais curto
- Onicomicoses exigem tratamento prolongado, às vezes por mais de doze meses
- Antifúngico tópico, oral ou os dois, conforme o tipo e a área
- Não interromper mesmo com a lesão aparentemente resolvida
- Ajuste dos hábitos que mantêm a área úmida
- Retorno para confirmar a resolução antes de encerrar
Interromper o tratamento porque o sintoma passou é o principal motivo de recidiva: os fungos das camadas mais profundas resistem em forma de esporo. Nas unhas, a persistência é o que define o resultado.
Decisão informada
O que é preciso saber
Micose é infecção, não sujeira. E o tempo de tratamento é parte da indicação, não uma sugestão.
-
Não é falta de higiene
Os fungos vivem no corpo de todo mundo. O que muda é a condição que permite a proliferação.
-
Nem toda mancha é micose
Várias dermatoses se parecem com micose, e antifúngico usado à toa atrasa o diagnóstico correto.
-
Unha exige paciência
A onicomicose é a mais difícil do grupo. O tratamento pode passar de doze meses e não admite interrupção por conta própria.
-
Pode voltar
A pitiríase versicolor, em especial, recidiva com frequência. O acompanhamento define o plano de manutenção.
Quem realiza
Quem indica e aplica na Art Corporis
A avaliação é da Dra. Janaina Barbaresco, dermatologista e membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia. O diagnóstico vem antes de qualquer conduta.
- 1997 Graduação em Medicina pela Universidade de Brasília.
- 2002 Especialização em Dermatologia no Hospital Universitário de Brasília.
- SBD Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
- SES-DF Dermatologista da Secretaria de Saúde do Distrito Federal desde 2002.
Perguntas frequentes
Dúvidas comuns.
Respostas educativas. A conduta do seu caso é definida em consulta.
Micose pega?
Sim, micoses são contagiosas e passam por contato direto ou por objeto compartilhado. Na maior parte das vezes, porém, o sistema imune contém a proliferação sem que haja sintoma.
Posso parar quando a mancha sumir?
Não. Os fungos das camadas mais profundas resistem em forma de esporo. Parar antes do prazo é o que mais faz a micose voltar.
Micose de unha tem tratamento?
Tem, mas é o mais longo do grupo — pode passar de doze meses. A persistência é o que define o resultado.
Pano branco volta sempre?
A pitiríase versicolor recidiva com frequência. O tratamento resolve o episódio e o acompanhamento define a manutenção.
Antifúngico de farmácia serve?
Depende do tipo, da área e da profundidade. Usar sem diagnóstico pode mascarar outra doença de pele que se parece com micose.
Criança pode ter no couro cabeludo?
Sim, é comum. Forma-se uma placa com crosta e coceira intensa, com aspecto de cabelo cortado na região. Merece avaliação, não tratamento caseiro.
Aviso
Este conteúdo é educativo e não substitui a avaliação médica presencial. Antifúngicos têm indicação, via e tempo de uso definidos por médico. Não interrompa o tratamento por conta própria só porque o sintoma passou.
Continue se informando
Conteúdos relacionados
Procedimentos que costumam ser avaliados na mesma consulta.
-

Tratamento de alopecia areata em Brasília
Diagnóstico e tratamento de alopecia areata em Brasília, na Asa Sul, com diferenciação das outras causas de...
-

Tratamento de hiperidrose em Brasília
Tratamento de hiperidrose e suor excessivo em Brasília, na Asa Sul, com investigação de causa e opções por ...
-

Cirurgia de unha encravada em Brasília
Matricectomia, cantoplastia e onicoplastia em Brasília, na Asa Sul.
Onde estamos
Clínica Art Corporis em Brasília.
SEPS Q 709/909, Bloco A, Sala 04, 1º SubsoloCentro Médico Júlio Adnet · Asa Sul · Brasília/DF
CEP 70390-095
- Atendimento Segunda a sexta, das 8h às 18h
- Telefone (61) 3542-2782
- WhatsApp (61) 99921-6282
- E-mail clinicaartcorporis@uol.com.br
- Agendar avaliação
Próximo passo
Comece pelo diagnóstico da lesão.
Na consulta, a Dra. Janaina diferencia a micose de outras dermatoses parecidas e define o antifúngico, a via e o tempo de tratamento do seu caso.
Agendar avaliação