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Asa Sul, Brasília-DF Dr. Joemar Barbaresco | CRM-DF 7236 Instagram Facebook (61) 3542-2782

Dermatologia cirúrgica · Asa Sul, Brasília

Remoção de lesões de pele em Brasília

Sinais, verrugas, cistos e lesões suspeitas podem ser removidos por técnicas diferentes — excisão cirúrgica, curetagem, eletrocauterização, cauterização química ou biópsia. Qual delas serve depende do que a lesão é, e isso se decide no exame com dermatoscopia, não pela vontade de tirar.

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Exame de pinta com dermatoscópio.
Avaliação dermatológica de lesões de pele na Clínica Art Corporis.
  • 01 CRM-DF 10012 Dra. Janaina Barbaresco
  • 02 RQE 4862 Dermatologia
  • 03 Asa Sul Brasília · DF

Em resumo

Uma resposta clara antes dos detalhes.

A escolha da técnica não é preferência: é diagnóstico. Uma lesão suspeita precisa ir inteira para análise patológica, e por isso não pode ser simplesmente cauterizada. Uma ceratose seborreica benigna não exige corte nem ponto. Um cisto precisa da cápsula retirada, ou volta. Este é o ponto que define a conduta e é o que a consulta esclarece antes de qualquer procedimento.

Como funciona

As técnicas e quando cada uma é indicada.

Todas são feitas em consultório, com anestesia local. O que muda é a profundidade, o que sobra de cicatriz e se o material pode ou não ser analisado.

  • Excisão cirúrgica

    Corte da pele ao redor da lesão, com margem de segurança, e fechamento com pontos. É a técnica que permite enviar a lesão inteira para análise. Indicada para nevos, cistos, pequenos lipomas e lesões malignas de margem bem delimitada.

  • Biópsia cutânea

    Retirada de um fragmento para análise patológica, por shaving (lâmina) ou punch (instrumento circular). Serve para diagnosticar antes de definir a conduta. A biópsia cirúrgica, com toda a área, é reservada a lesões tumorais e a doenças mais profundas.

  • Curetagem

    Raspagem com cureta. Lesões pequenas dispensam injeção e usam anestésico em creme. Deixa cicatriz superficial, geralmente arredondada, e não exige pontos. Frequente em verrugas virais, molusco contagioso e ceratoses actínicas.

  • Eletrocauterização

    A lesão é destruída por corrente elétrica e calor. Usada em lesões benignas e pré-malignas como hiperplasias sebáceas, acrocórdons e ceratoses seborreicas. Costuma ser associada à curetagem, e também serve para conter sangramento.

  • Cauterização química

    Aplicação de substância que destrói a lesão de forma controlada. Indicada em lesões superficiais selecionadas, muitas vezes em série.

  • Quando o material vai para análise

    Em excisão e biópsia, sempre. Em eletrocauterização e curetagem, o material pode ser coletado ou não — e essa decisão faz parte da indicação.

Objetivos possíveis

O que costuma ser removido.

A lista é do que aparece com mais frequência no consultório. O que se aplica ao seu caso é o exame que define.

  • Sinais e pintas

    Nevos melanocíticos, por incômodo estético, atrito com roupa ou indicação de investigação.

  • Lesões benignas comuns

    Ceratoses seborreicas, acrocórdons, hiperplasias sebáceas, cistos epidérmicos e pequenos lipomas.

  • Verrugas e molusco

    Lesões de origem viral, que costumam exigir mais de uma sessão.

  • Lesões pré-malignas e malignas

    Ceratoses actínicas e cânceres de pele com margem delimitada. A técnica muda quando o material precisa ir para análise com margem de segurança.

Antes

Antes do procedimento

Alguns cuidados valem para praticamente todos os casos e são orientados na consulta.

  • Suspensão de medicamentos que aumentam o sangramento, conforme orientação médica
  • Manutenção dos medicamentos de uso contínuo, salvo indicação em contrário
  • Informar alergia a anestésico local
  • Informar uso de anticoagulante, marca-passo e doenças de coagulação
  • Informar histórico de cicatriz hipertrófica ou queloide

Como funciona o atendimento

Da consulta ao acompanhamento

Nenhuma lesão é removida sem avaliação presencial. O diagnóstico define a técnica, não o contrário.

  1. Consulta

    Exame da lesão com dermatoscopia, histórico clínico e avaliação de cicatrização anterior.

  2. Indicação

    Definição da técnica, da necessidade de análise patológica e do que esperar da cicatriz.

  3. Procedimento

    Realizado na própria clínica, com anestesia local, no mesmo dia ou em data agendada.

  4. Retorno

    Retirada de pontos quando houver, entrega do laudo e acompanhamento da cicatriz.

Depois

Depois do procedimento

A recuperação varia com a técnica. Curetagem e eletrocauterização costumam permitir retorno às atividades no mesmo dia; excisão com pontos exige mais cuidado.

  • Curativo e cuidados locais orientados por escrito
  • Cicatrização da ferida em torno de duas semanas, conforme a técnica
  • Retirada de pontos em consulta, quando houver
  • Fotoproteção rigorosa sobre a área tratada
  • Retorno para avaliar a cicatrização
  • Resultado da análise patológica discutido em consulta, quando houver

Todo procedimento deixa cicatriz, e alterações de cor e textura na área são esperadas. A evolução varia entre pessoas e é acompanhada nos retornos.

Decisão informada

Riscos e limites

Nenhuma remoção é isenta de marca. O que muda entre as técnicas é o tipo de cicatriz e se o material pode ser analisado.

  • Cicatriz

    É consequência de qualquer remoção, não uma complicação. O que muda é o tipo: linear na excisão, superficial e arredondada na curetagem.

  • Sangramento e infecção

    Possíveis em qualquer procedimento. Os cuidados locais orientados reduzem o risco.

  • Recidiva

    Verrugas e cistos podem retornar quando a lesão não é removida por completo. Em cisto, a cápsula precisa sair inteira.

  • Contraindicações

    Doenças graves de coagulação, uso de anticoagulante e alergia a anestésico local. Doença sistêmica grave, marca-passo e idade avançada são avaliados caso a caso.

Dra. Janaina Barbaresco, dermatologista, na recepção da Clínica Art Corporis em Brasília

Quem realiza

Quem indica e aplica na Art Corporis

A avaliação e o procedimento são da Dra. Janaina Barbaresco, dermatologista e membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia. O diagnóstico vem antes da escolha da técnica.

  • 1997 Graduação em Medicina pela Universidade de Brasília.
  • 2002 Especialização em Dermatologia no Hospital Universitário de Brasília.
  • SBD Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
  • SES-DF Dermatologista da Secretaria de Saúde do Distrito Federal desde 2002.

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Perguntas frequentes

Dúvidas comuns.

Respostas educativas. A conduta do seu caso é definida em consulta.

Como sei qual técnica serve para a minha lesão?

Pelo exame dermatológico, com dermatoscopia quando indicada. A técnica depende do que a lesão é, do tamanho, da profundidade e de haver ou não necessidade de análise patológica.

Toda lesão removida vai para análise?

Nem toda. Em excisão e biópsia, sim. Em curetagem e eletrocauterização, depende da indicação. Se há suspeita, a técnica escolhida é justamente a que permite analisar.

Vai ficar cicatriz?

Sim. Toda remoção deixa cicatriz, e alterações de cor e textura na área são esperadas. O tipo varia com a técnica, e a evolução varia entre pessoas.

Dói?

O procedimento é feito com anestesia local. Lesões pequenas às vezes dispensam injeção e usam anestésico em creme aplicado antes.

Posso voltar às atividades no mesmo dia?

Em curetagem e eletrocauterização, na maioria dos casos sim. Excisão com pontos exige mais cuidado, orientado na consulta.

A lesão pode voltar?

Verrugas e cistos podem retornar se a remoção não for completa. Por isso a técnica é escolhida conforme o tipo de lesão, e não pela mais simples.

Convênio cobre?

As condições de atendimento e a documentação necessária são informadas pela equipe antes do agendamento.

Aviso

Este conteúdo é educativo e não substitui a avaliação médica presencial. Nenhuma lesão deve ser removida, cauterizada ou tratada por conta própria. Indicação, riscos, cicatriz e alternativas são discutidos em consulta.

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Onde estamos

Clínica Art Corporis em Brasília.

SEPS Q 709/909, Bloco A, Sala 04, 1º Subsolo
Centro Médico Júlio Adnet · Asa Sul · Brasília/DF
CEP 70390-095

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Próximo passo

Comece pelo diagnóstico da lesão.

Na consulta, a Dra. Janaina examina a lesão, define se há indicação de análise e explica qual técnica se aplica ao seu caso e o que esperar da cicatriz.

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