Dermatologia cirúrgica · Asa Sul, Brasília
Remoção de lesões de pele em Brasília
Sinais, verrugas, cistos e lesões suspeitas podem ser removidos por técnicas diferentes — excisão cirúrgica, curetagem, eletrocauterização, cauterização química ou biópsia. Qual delas serve depende do que a lesão é, e isso se decide no exame com dermatoscopia, não pela vontade de tirar.

- 01 CRM-DF 10012 Dra. Janaina Barbaresco
- 02 RQE 4862 Dermatologia
- 03 Asa Sul Brasília · DF
Em resumo
Uma resposta clara antes dos detalhes.
A escolha da técnica não é preferência: é diagnóstico. Uma lesão suspeita precisa ir inteira para análise patológica, e por isso não pode ser simplesmente cauterizada. Uma ceratose seborreica benigna não exige corte nem ponto. Um cisto precisa da cápsula retirada, ou volta. Este é o ponto que define a conduta e é o que a consulta esclarece antes de qualquer procedimento.
Como funciona
As técnicas e quando cada uma é indicada.
Todas são feitas em consultório, com anestesia local. O que muda é a profundidade, o que sobra de cicatriz e se o material pode ou não ser analisado.
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Excisão cirúrgica
Corte da pele ao redor da lesão, com margem de segurança, e fechamento com pontos. É a técnica que permite enviar a lesão inteira para análise. Indicada para nevos, cistos, pequenos lipomas e lesões malignas de margem bem delimitada.
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Biópsia cutânea
Retirada de um fragmento para análise patológica, por shaving (lâmina) ou punch (instrumento circular). Serve para diagnosticar antes de definir a conduta. A biópsia cirúrgica, com toda a área, é reservada a lesões tumorais e a doenças mais profundas.
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Curetagem
Raspagem com cureta. Lesões pequenas dispensam injeção e usam anestésico em creme. Deixa cicatriz superficial, geralmente arredondada, e não exige pontos. Frequente em verrugas virais, molusco contagioso e ceratoses actínicas.
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Eletrocauterização
A lesão é destruída por corrente elétrica e calor. Usada em lesões benignas e pré-malignas como hiperplasias sebáceas, acrocórdons e ceratoses seborreicas. Costuma ser associada à curetagem, e também serve para conter sangramento.
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Cauterização química
Aplicação de substância que destrói a lesão de forma controlada. Indicada em lesões superficiais selecionadas, muitas vezes em série.
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Quando o material vai para análise
Em excisão e biópsia, sempre. Em eletrocauterização e curetagem, o material pode ser coletado ou não — e essa decisão faz parte da indicação.
Objetivos possíveis
O que costuma ser removido.
A lista é do que aparece com mais frequência no consultório. O que se aplica ao seu caso é o exame que define.
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Sinais e pintas
Nevos melanocíticos, por incômodo estético, atrito com roupa ou indicação de investigação.
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Lesões benignas comuns
Ceratoses seborreicas, acrocórdons, hiperplasias sebáceas, cistos epidérmicos e pequenos lipomas.
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Verrugas e molusco
Lesões de origem viral, que costumam exigir mais de uma sessão.
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Lesões pré-malignas e malignas
Ceratoses actínicas e cânceres de pele com margem delimitada. A técnica muda quando o material precisa ir para análise com margem de segurança.
Antes
Antes do procedimento
Alguns cuidados valem para praticamente todos os casos e são orientados na consulta.
- Suspensão de medicamentos que aumentam o sangramento, conforme orientação médica
- Manutenção dos medicamentos de uso contínuo, salvo indicação em contrário
- Informar alergia a anestésico local
- Informar uso de anticoagulante, marca-passo e doenças de coagulação
- Informar histórico de cicatriz hipertrófica ou queloide
Como funciona o atendimento
Da consulta ao acompanhamento
Nenhuma lesão é removida sem avaliação presencial. O diagnóstico define a técnica, não o contrário.
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Consulta
Exame da lesão com dermatoscopia, histórico clínico e avaliação de cicatrização anterior.
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Indicação
Definição da técnica, da necessidade de análise patológica e do que esperar da cicatriz.
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Procedimento
Realizado na própria clínica, com anestesia local, no mesmo dia ou em data agendada.
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Retorno
Retirada de pontos quando houver, entrega do laudo e acompanhamento da cicatriz.
Depois
Depois do procedimento
A recuperação varia com a técnica. Curetagem e eletrocauterização costumam permitir retorno às atividades no mesmo dia; excisão com pontos exige mais cuidado.
- Curativo e cuidados locais orientados por escrito
- Cicatrização da ferida em torno de duas semanas, conforme a técnica
- Retirada de pontos em consulta, quando houver
- Fotoproteção rigorosa sobre a área tratada
- Retorno para avaliar a cicatrização
- Resultado da análise patológica discutido em consulta, quando houver
Todo procedimento deixa cicatriz, e alterações de cor e textura na área são esperadas. A evolução varia entre pessoas e é acompanhada nos retornos.
Decisão informada
Riscos e limites
Nenhuma remoção é isenta de marca. O que muda entre as técnicas é o tipo de cicatriz e se o material pode ser analisado.
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Cicatriz
É consequência de qualquer remoção, não uma complicação. O que muda é o tipo: linear na excisão, superficial e arredondada na curetagem.
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Sangramento e infecção
Possíveis em qualquer procedimento. Os cuidados locais orientados reduzem o risco.
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Recidiva
Verrugas e cistos podem retornar quando a lesão não é removida por completo. Em cisto, a cápsula precisa sair inteira.
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Contraindicações
Doenças graves de coagulação, uso de anticoagulante e alergia a anestésico local. Doença sistêmica grave, marca-passo e idade avançada são avaliados caso a caso.
Quem realiza
Quem indica e aplica na Art Corporis
A avaliação e o procedimento são da Dra. Janaina Barbaresco, dermatologista e membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia. O diagnóstico vem antes da escolha da técnica.
- 1997 Graduação em Medicina pela Universidade de Brasília.
- 2002 Especialização em Dermatologia no Hospital Universitário de Brasília.
- SBD Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
- SES-DF Dermatologista da Secretaria de Saúde do Distrito Federal desde 2002.
Perguntas frequentes
Dúvidas comuns.
Respostas educativas. A conduta do seu caso é definida em consulta.
Como sei qual técnica serve para a minha lesão?
Pelo exame dermatológico, com dermatoscopia quando indicada. A técnica depende do que a lesão é, do tamanho, da profundidade e de haver ou não necessidade de análise patológica.
Toda lesão removida vai para análise?
Nem toda. Em excisão e biópsia, sim. Em curetagem e eletrocauterização, depende da indicação. Se há suspeita, a técnica escolhida é justamente a que permite analisar.
Vai ficar cicatriz?
Sim. Toda remoção deixa cicatriz, e alterações de cor e textura na área são esperadas. O tipo varia com a técnica, e a evolução varia entre pessoas.
Dói?
O procedimento é feito com anestesia local. Lesões pequenas às vezes dispensam injeção e usam anestésico em creme aplicado antes.
Posso voltar às atividades no mesmo dia?
Em curetagem e eletrocauterização, na maioria dos casos sim. Excisão com pontos exige mais cuidado, orientado na consulta.
A lesão pode voltar?
Verrugas e cistos podem retornar se a remoção não for completa. Por isso a técnica é escolhida conforme o tipo de lesão, e não pela mais simples.
Convênio cobre?
As condições de atendimento e a documentação necessária são informadas pela equipe antes do agendamento.
Aviso
Este conteúdo é educativo e não substitui a avaliação médica presencial. Nenhuma lesão deve ser removida, cauterizada ou tratada por conta própria. Indicação, riscos, cicatriz e alternativas são discutidos em consulta.
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Próximo passo
Comece pelo diagnóstico da lesão.
Na consulta, a Dra. Janaina examina a lesão, define se há indicação de análise e explica qual técnica se aplica ao seu caso e o que esperar da cicatriz.
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