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Asa Sul, Brasília-DF Dr. Joemar Barbaresco | CRM-DF 7236 Instagram Facebook (61) 3542-2782

Dermatologia clínica · Asa Sul, Brasília

Dermatite atópica em Brasília

Dermatite atópica é uma doença crônica da pele que causa coceira intensa e inflamação. Não é contagiosa e não tem cura, mas tem controle — e o controle depende de identificar o que dispara os surtos no seu caso.

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Avaliação dermatológica de dermatite.
Consulta dermatológica na Clínica Art Corporis, na Asa Sul.
  • 01 CRM-DF 10012 Dra. Janaina Barbaresco
  • 02 RQE 4862 Dermatologia
  • 03 Asa Sul Brasília · DF

Em resumo

Uma resposta clara antes dos detalhes.

A dermatite atópica é uma inflamação crônica da pele que causa coceira intensa, ressecamento e lesões que vão e voltam. Não é contagiosa e não tem cura, mas tem controle. O tratamento trabalha em duas frentes: conter a crise e manter a barreira da pele entre um surto e outro.

Em resumo

Crônica não quer dizer sem tratamento.

A dermatite atópica vem de uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Quem tem histórico familiar tem mais chance de desenvolvê-la, mas a herança não decide sozinha: alérgenos, estresse e clima também desencadeiam os surtos. O tratamento atua em duas frentes ao mesmo tempo — controlar a crise e manter a barreira da pele entre uma crise e outra.

Como se manifesta

Muda com a idade.

As áreas atingidas e o aspecto da lesão são diferentes na criança e no adulto — e isso ajuda no diagnóstico.

  • Em crianças

    Costuma atingir rosto, couro cabeludo e as dobras dos braços e das pernas. As erupções podem vir com crostas e secreção, e a coceira intensa causa irritabilidade e dificuldade para dormir.

  • Em adultos

    Atinge sobretudo mãos, pés, pescoço e as dobras de cotovelos e joelhos. As erupções tendem a ser mais espessas e escamosas.

  • O que é comum às duas

    Coceira intensa, pele seca e escamosa, vermelhidão e inflamação. As áreas afetadas podem desenvolver feridas abertas por causa do ato de coçar.

  • O peso que não aparece

    A coceira persistente interfere no sono, na rotina e na saúde mental. Ansiedade associada ao quadro é frequente e faz parte da conversa da consulta.

Os gatilhos

O que desencadeia os surtos.

Identificar o gatilho é o que transforma um quadro que volta sempre num quadro controlado.

  • Genética

    Histórico familiar aumenta a probabilidade. Mas a doença não é puramente genética: outros fatores pesam tanto quanto.

  • Alérgenos

    Pólen, ácaros, pelos de animais e alguns alimentos podem desencadear a reação na pele.

  • Estresse

    Afeta o sistema imunológico e a resposta inflamatória do corpo, e é gatilho reconhecido.

  • Clima

    O ar seco e frio resseca a pele e aumenta coceira e inflamação. Calor e umidade causam transpiração excessiva, que também dispara surtos.

Quando procurar

Sinais que pedem avaliação

Coceira que atrapalha dormir já é motivo suficiente para marcar consulta.

  • Coceira intensa que interfere no sono ou na rotina
  • Pele seca e escamosa que não melhora com hidratante comum
  • Lesões que voltam sempre nas mesmas dobras
  • Feridas abertas por coçar
  • Quadro em criança, com irritabilidade e dificuldade para dormir
  • Histórico familiar de dermatite atópica, asma ou rinite

Como funciona o atendimento

Da consulta ao acompanhamento

O plano tem duas partes que andam juntas: controlar a crise e manter a pele entre as crises. A segunda é a que a maioria das pessoas abandona.

  1. Consulta

    Avaliação das lesões, do padrão de distribuição, do histórico familiar e dos gatilhos identificáveis.

  2. Diagnóstico

    Diferenciação de dermatite de contato e de outras doenças inflamatórias antes de definir a conduta.

  3. Tratamento da crise

    Medicação para reduzir inflamação e coceira, com tempo de uso definido.

  4. Manutenção

    Cuidado contínuo da barreira da pele e controle dos gatilhos. É o que espaça os surtos.

O tratamento

O que pode fazer parte da conduta

A combinação varia com a gravidade e com a resposta de cada pessoa. Nada disso se define por conta própria.

  • Hidratação regular, principalmente logo após o banho, com produto sem fragrância
  • Corticosteroide tópico para reduzir inflamação e coceira, por períodos curtos e sob orientação
  • Anti-histamínico para aliviar a coceira, quando indicado
  • Imunomoduladores tópicos, sobretudo nos casos graves ou de uso prolongado
  • Fototerapia, em casos selecionados
  • Ajuste de gatilhos, incluindo alimentos quando houver relação demonstrada

O hidratante não é coadjuvante: é ele que forma a barreira que impede a perda de água e acalma a pele irritada. Aplicado com regularidade, é a parte do tratamento que mais reduz a frequência dos surtos.

Decisão informada

O que é preciso saber

Dermatite atópica é doença crônica, com surtos e períodos de melhora. Quem promete cura está vendendo, não tratando.

  • Não é contagiosa

    Não se transmite por contato, por convívio nem por objeto compartilhado. É doença inflamatória, não infecciosa.

  • Não tem cura

    O que existe é controle: reduzir a intensidade das crises e espaçá-las. O acompanhamento é continuado.

  • Corticoide tem prazo

    É prescrito para períodos curtos, sob orientação médica, justamente para evitar efeitos indesejados. Uso indefinido por conta própria traz risco próprio.

  • Não é dermatite de contato

    A de contato é reação a um agente externo específico. A atópica é crônica e multifatorial. O diagnóstico diferencial muda o tratamento.

Dra. Janaina Barbaresco, dermatologista, na recepção da Clínica Art Corporis em Brasília

Quem realiza

Quem indica e aplica na Art Corporis

A avaliação é da Dra. Janaina Barbaresco, dermatologista e membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia. O diagnóstico vem antes de qualquer conduta.

  • 1997 Graduação em Medicina pela Universidade de Brasília.
  • 2002 Especialização em Dermatologia no Hospital Universitário de Brasília.
  • SBD Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
  • SES-DF Dermatologista da Secretaria de Saúde do Distrito Federal desde 2002.

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Perguntas frequentes

Dúvidas comuns.

Respostas educativas. A conduta do seu caso é definida em consulta.

Dermatite atópica tem cura?

Não. É doença crônica. O tratamento controla os sintomas, reduz a intensidade das crises e espaça os surtos, com acompanhamento continuado.

Pega?

Não. Não é contagiosa e não se transmite por contato, convívio ou objeto compartilhado.

Qual a diferença para a dermatite de contato?

A de contato é uma reação da pele a um agente externo específico, que pode ser identificado e afastado. A atópica é crônica, multifatorial e tem forte componente genético.

Hidratante resolve sozinho?

Não resolve a doença, mas é parte essencial: mantém a barreira da pele, reduz coceira e inflamação e diminui a frequência dos surtos. Prefira produtos sem fragrância.

Posso usar corticoide sempre que coçar?

Não. Corticosteroides tópicos são prescritos para períodos curtos e sob orientação médica, para evitar efeitos indesejados.

Alimentação influencia?

Em parte dos casos, alguns alimentos desencadeiam surtos. A relação precisa ser avaliada — retirar alimentos por conta própria não é conduta.

Estresse piora?

Pode. O estresse afeta o sistema imunológico e a resposta inflamatória, e é um gatilho reconhecido.

Aviso

Este conteúdo é educativo e não substitui a avaliação médica presencial. Corticosteroides, anti-histamínicos e imunomoduladores têm indicação, dose e tempo de uso definidos por médico. Não se automedique e não interrompa tratamento por conta própria.

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Próximo passo

Coceira que tira o sono merece diagnóstico.

Na consulta, a Dra. Janaina diferencia a dermatite atópica de outras doenças inflamatórias, identifica os gatilhos do seu caso e monta o plano de crise e de manutenção.

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